O (suposto) Engenheiro, agora imigrante de luxo em Paris, alegadamente (é só uma questão de cortesia e de respeito pelo sistema judicial, porque não tenho a mínima dúvida) calçou-se com 500 mil contos. Depois disto venceu duas eleições governamentais, teve votos numa terceira, arruinou e descredibilizou para sempre Portugal. Ter alguma vez votado neste ser foi o maior atestado de estupidez e burrice de que há memória em Portugal (quero acreditar que muitas das pessoas que eu conheço que nele votaram se tenham retratado, aos que não o fizeram só os posso considerar mesmo burros e estúpidos).
Em sentido inverso, temos o melhor Ministro das Finanças dos últimos 20 anos (senão de sempre) a granjear simpatia e reconhecimento nos principais centros de decisão mundial, dando mostras de comprometimento com as metas estabelecidas, explicando reformas estruturais e comprometendo-se com prazos decisivos para o futuro de Portugal. Calmo, dedicado, inteligível, recatado, competente e sério. Estas duas últimas características estiveram sempre em minoria nos governos portugueses e estiveram mesmo irradiadas nos 2 governos sócrates.
Mais dois sentidos inversos expressos nesta notícia. De um lado o Tó-zé com as suas habituais declarações infundadas, demagogas e patéticas. Do outro uma explicação técnica, fundamentada e competente. Registo só que uma grande parte do aumento da despesa do estado (em relação ao período homólogo) tem a ver com juros astronómicos de emissões de dívida feitas por Sócrates nos últimos e lunáticos tempos em que não queria pedir ajuda externa. E não perco mais tempo, se quiserem é só ler com algum sentido crítico e perceberão com certeza o que quero dizer, a menos que, tenham sido daqueles que votaram no "fugitivo" e que ainda não se tenham retratado. Sobre esses já disse como os considero e não estou à espera que percebam estas realidades distintas...
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