Depois do envio de José Sócrates para um centro de novas oportunidades em Paris e na iminência de Santana Lopes privatizar o Totobola, os sócios desta Taberna sentiram-se obrigados a tomar as rédeas do país, tendo como base de comando este espaço!

6 de dezembro de 2012

A senilidade

Não, desta vez não me vou referir ao idiota do Soares, embora Helena Sacadura Cabral o faça muito bem.
Desta vez estou a referir-me a um contemporâneo de Soares, que pelos vistos, há vários anos que tem o mesmo problema, a senilidade. Pedro Correia fez o apanhado, eu faço o link.

5 de dezembro de 2012

A democracia

É assim que se demonstra o respeito pelos outros e pela democracia:

"Pedia ao Serra que deixasse os senhores ostentarem o cartaz sem nenhum problema, porque vivemos, felizmente, numa situação boa, de saúde da nossa democracia, e não vemos nenhuma razão para que os senhores não possam ostentar as faixas que entenderem", afirmou Pedro Passos Coelho, continuando depois a sua intervenção.

P.s. já a pessoa da agência lusa que escreveu o artigo podia aprender a colocar as vírgulas no lugar certo...

A voz dos clientes (3)


Mas alguém acredita que os partidos do dito "arco da governação", chegarão a acordos sobre a IMPERIOSA reforma do Estado Português?
E digo isto porque esquerda radical não conta, uma vez que está contra tudo e contra todos.
CGTP também é para esquecer, pois "só defendem" os trabalhadores, os outros não fazem parte das suas "preocupações".
Nunca, jamais, em tempo algum os partidos serão a solução para este designio premente e nacional.
Este deveria ser o mais importante tema da agenda politica nacional.
Tema demasiadamente adiado por todos os actores com responsabilidades, desde esse famigerado 25 de Abril.
Os partidos regem-se por uma única regra, chegar ao poder, custe o que custar.
Não importa a situação do País, importa sim, o partido.
Discutir um modelo de debate, o que é isso?
Não deveriam discutir o que está a mais, o que está a menos, o que fazer, como fazer?
E decidir!
Não foi para isso que foram eleitos?
Mais um faits divers, para gáudio da nossa sempre esforçada comunicação social.

Alexandre Pires

Notícia triste para Portugal

Joaquim Benite faleceu hoje. Fica mais pobre o teatro, a cultura, mas acima de tudo Portugal.
Não esqueço uma entrevista dele há mais de um ano que já reli algumas vezes. Aqui ficam as últimas linhas.

Sente que vai ficar na história?

Os encenadores nunca ficam na história. Só os escritores, como o Shakespeare. Sabe, acho que vale a pena viver para nos divertirmos. Lutar por coisas, para cumprir missões, não. O teatro é um sinal de civilização que está na origem da sociedade. Até nos animais. Quando chego a casa o meu cão faz uma dança que parece egípcia, pá. São rituais de representação. Mas o teatro não tem missão nenhuma. É uma coisa que as pessoas fazem porque gostam e as outras vêem porque lhes dá prazer. Uma vez estava em Sines e dizia-me uma vereadora: "Não tem umas peças que ensinem os miúdos a lavar os dentes". O teatro não tem anda a ver com isso, só se fizéssemos uma peça sobre revoltar-se contra o lavar dos dentes.

Banda sonora...

...da tarde de ontem e da de hoje. Redundante? Talvez.
Mas a complexidade (disfarçada) tanto pode funcionar, para alguns, como um repelente ou, para outros, como uma atracção.



O otário do Nicolau Santos

Ontem no primeiro dia do Festival LER 25 anos, quando ia a entrar cruzei-me com Nicolau Santos.
Sim, aquele parolo que escreveu o post - ridículo e bem demonstrativo da desonestidade e enviesamento intelectual que o assola - do menino das bolachas. Sim, é o mesmo parolo que, já o país tinha dado o passo em frente à beira do precipício, continuava a defender Sócrates com a desfaçatez e a manha com que um felino atrai a sua preza. Sim, é esse, o do jornal Expresso e que dantes andava sempre de laçarote para que dessa forma o reconhecessem por alguma coisa, já que pela qualidade da linha de pensamento não devia ser fácil.

A vontade que tive foi pedir-lhe para me ir pagar uma aguardente velha ao bar do São Jorge, usando como argumento o facto de não ter comigo dinheiro suficiente. Com certeza que o bondoso Nicolau tão preocupado (vá, ide ler o post do menino das bolachas que linkei) com a falta de dinheiro dos outros (e com a responsabilização dessa dolorosa realidade a que deve ser totalmente imune) teria todo o gosto em pagar-me a aguardente velha.

On The Road - Festival LER


Ontem fui à antestreia do filme On The Road -  Pela Estrada Fora - do realizador Walter Salles inserida no primeiro dia do Festival LER 25 anos.
Baseado no livro homónimo de Jack Kerouac (que não li, mas fiquei com vontade de ler), o filme relata basicamente uma história dentro de uma história. Onde as relações de amizade de amor são mais profundas do que aparentemente possa parecer. E há-as em praticamente todas as personagens. Relembrei, por momentos, o amor presente em Brokeback Mountain, que só os mais preconceituosos não admitem.
No livro todas as relações se encontrarão com certeza mais pujantes e detalhadas. As personagens são demasiado bem construídas para me ficar pelo filme.
A banda sonora é fantástica, com Dizzy e Parker completamente enquadrados nas cenas nocturnas onde a loucura do álcool, drogas e sexo se evidencia.
A partir de dia 20 de Dezembro nos cinemas.

3 de dezembro de 2012

Boas notícias

Este fim de semana decorreu mais uma campanha do Banco Alimentar.
Mobilizaram-se 40 mil voluntários, foram recolhidas cerca de 3000 toneladas de víveres, sensivelmente os mesmos níveis do ano passado.
São boas as notícias e é bom que os portugueses continuem a confiar no Banco Alimentar e na estrutura de distribuição por este montada. Já que provavelmente é das mais eficientes.
Outra boa notícia desta notícia (passe o pleonasmo) é a confirmação empírica da insignificância da extrema esquerda portuguesa. Essa gente para quem a ajuda e a caridade não existem, apesar da cobertura notoriamente desproporcional que os media insistem em dar-lhes, não conseguiram que a asquerosa campanha - contra quem ajuda os mais necessitados - que tanto impulsionaram tivesse o mínimo impacto.
Que não haja dúvidas: a melhor das notícias é a de que foram angariados 3000 toneladas de bens! É isso que realmente importa! O resto é ruído insignificante...

Biblioteca Digital DN (7)

Ao contrário de Eduardo Madeira, Fernando Alvim aproveitou claramente a oportunidade para mostrar a sua versatilidade. Não deixando de acentuar a sua veia humorística, conseguiu dar-nos um conto (também aqui ao contrário de Eduardo Madeira) recheado de momentos cómicos – “Temos 50 por cento para isto dar certo. São os meus 50 por cento” -, que embora façam parte da génese do conto, não o restringem. O princípio do conto é pouco atractivo, mas a fluência vem com o desenrolar da história. Nem a incongruência da referência à mulher (que até era desnecessária) belisca o conto. Além disso, Fernando Alvim demonstrou que escreve bem e que a ironia inteligente e de bom gosto é um habitat onde se sente muito à vontade.

Possidónio Cachapa não passava de um simples registo nominal na minha memória. Provavelmente não tenho sequer um ficheiro memorial só para ele. Deve estar associado a um qualquer registo partilhado por outros seres (com este possivelmente nem deve estar associado a outros escritores). Ainda não consegui perceber se assim se manterá ou se vai de facto passar a ter um ficheiro só para ele. O conto que escreveu - O Homem que existia demais – é um salganhada de todo o tamanho. O enredo até tem tendência a ter alguma piada (provavelmente não no registo do conto, ou pele menos neste tipo de contos), não se pode dizer que esteja mal escrito, mas são episódios a mais para um conto de meia dúzia de páginas. A personagem principal terá muito mais para dar do que estas páginas. Talvez este conto tenha servido como início da criação de uma personagem para um próximo trabalho. Darei outra oportunidade a este autor caso ele se me depare.


Os próximos 3 contos pertencem ao segundo conjunto de autores sobre o qual recaiam inicialmente maiores expectativas. Veremos o que trazem David Machado, JP Simões e Rui Cardoso Martins.

30 de novembro de 2012

Dia das Livrarias (1)

Cá está ele!

Dia das Livrarias

Ao que parece foi importada de Espanha pela Fundação Saramago.
Espero que tenha o maior sucesso e que traga para as livrarias que se associaram à efeméride o devido destaque na imprensa e que o mesmo resulte em vendas, claro está. Porque as livrarias por muito que gostemos de passar, parar e olhar para as suas montras, só subsistem com a venda de livros.
E a leitura é provavelmente a melhor das formas de desenvolvimento de um ser humano. A mais pessoal pelo menos.
Pelo sim pelo não, hoje vou à Pó dos Livros a seguir ao almoço comprar um livro.

Já agora deixo aqui o final de um texto que li ontem, precisamente, no blog da Pó dos Livros, sobre livreiros e leitores:

29 de novembro de 2012

Ainda a carta dos 70 magníficos


A lista dos amigos do Soares que subscrevem a dita carta mais parece uma shorlist do PS, PCP e BE juntamente com alguns parolos (tipo a Pilar del Rio) e com gente que devia andar a trabalhar mas que preferem aparecer nas notícias por outras razões que não o seu trabalho. O que não deixa de tornar mais ridícula a situação. Eu no lugar do Passos Coelho quando recebesse a carta tinha duas reacções:
1) ria-me que nem um perdido;
2) ligava à secretária e pedia-lhe para ela mandar um postal de agradecimento a dizer o seguinte:

"Agradeço a preocupação com a minha saúde e noto que sabem que rir é das melhores coisas para saúde. Sei que ser primeiro ministro é desgastante, mas estou muito bem de saúde e vou continuar no cargo. No entanto, sintam-se à vontade para me brindarem com momentos hilariantes destes sempre que quiserem, que pelo menos tornam a pausa do café mais divertida.
Do vosso primeiro-ministro,
Pedro Passos Coelho"

Eleitoralismo primário

O político com melhor imprensa em Portugal é António Costa. E é fácil de comprovar esta afirmação. Basta perguntar à maioria das pessoas algo assim:

"Qual é a opinião que tem de António Costa?"
Resposta mais que provável:
"Por acaso tenho boa impressão do António Costa."
Nova pergunta:
"Então mas porquê? O que é que ele já fez que justifique essa opinião?"
Resposta:
"Pois isso não sei, mas de facto tenho boa impressão dele."

Cá está. A maioria das pessoas não sabe o que o homem já fez, o que não invalida a consideração de que têm boa impressão sobre o dito cujo. A conclusão é evidente, a percepção que a maioria das pessoas tem vem da imprensa, dos microfones e dos televisores. E é aí que reside a grande vantagem de Costa. Claro que ter um irmão numa posição de destaque na imprensa escrita e televisiva também ajuda. Mas de forma geral Costa tem uma imprensa completamente desequilibrada em relação à realidade. Senão veja-se:
- Foi um jotinha (o que normalmente é mal visto na imprensa e pela população em geral);
- Foi deputado municipal desde os 21 anos e deputado parlamentar desde os 30 (o que normalmente é mal visto na imprensa e pela população em geral);
- Aos 32 anos já andava a candidatar-se a câmaras, o que demonstra que andou sempre metido no bastidores do partido (o que normalmente é mal visto na imprensa e pela população em geral);
- Não trabalhou como advogado mais do que 5 anos (o que normalmente é mal visto na imprensa e pela população em geral);
- Pertence ao Secretariado Nacional do PS desde os 26 anos (o que normalmente é mal visto na imprensa e pela população em geral);
- Foi ministro em 3 dos 5 (que foram os 2 de Guterres, os 2 de Sócrates e o de Santana) piores governos da história recente de Portugal (o que deveria ser mal visto pela imprensa e pela população em geral);
- Ganhou, em 2004, umas eleições para o parlamento europeu que abandonou ao fim de um ano para aceitar o cargo de ministro no primeiro governo Sócrates (o que deveria ser mal visto pela imprensa e pela população em geral);
- Defendeu com unhas e dentes Sócrates mesmo quando era mais que sabido o descalabro em que estava a deixar o país (o que deveria ser mal visto pela imprensa e pela população em geral);
- Tornou Lisboa a capital da sujidade, já cá ando há mais de 10 anos e nunca vi a cidade tão suja como agora (o que deveria ser mal visto pela imprensa e pela população em geral);
- Etc, etc...

Não querendo dissertar mais sobre este fenómeno que Costa representa na nossa imprensa, deixo apenas mais um exemplo do que são os socialistas e do que é o eleitoralismo primário deste que muitos consideram como "primeiro-ministrável"[1] ou "presidenciável"[2].

Esta notícia diz muito sobre o perfil deste homem e também diz muito da nossa imprensa e da sociedade fraquinha que, infelizmente, assola Portugal.
A quem se quiser dar ao trabalho de a ler, recomendo que depois façam uma continha simples e percebam o nível de demagogia impregnado nesta atitude de Costa, que depois redundou em notícia (que afinal era a finalidade da atitude!). Deixo só uma dica: o número de contribuintes é muito inferior ao da população. Agora se quiserem façam as contas (como dizia o outro) e tentem perceber quem anda a gozar com quem.

[1] afinal houve quem votasse em Sócrates 3 vezes
[2] afinal Sampaio foi Presidente da República

Perdoem-me a linguagem

Mas o filho da puta do Soares não tem um só pingo de vergonha na cara? (sim, o Soares é um grandessíssimo filho da puta!)
O maior bandido da história portuguesa, um ladrão sem igual...
Esta besta é que fundou o PS! Ainda se admiram da minha repugnância aos socialistas?
A todos os socialistas:
Ide-vos empalar! Seus grandes burros!

28 de novembro de 2012

Má comunicação e mau marketing

Dois exemplos, os mesmo protagonistas:

A capa do livro:


O convite para apresentação do livro:


Camilo Lourenço bem poderia ter exigido mais clareza na comunicação.

Oportunidade perdida

Consumo muita informação sobre assuntos económicos e políticos. É assim. Faz parte do trabalho e faz parte dos meus gostos. Sigo com atenção opiniões e correntes mais liberais, mais conservadoras, mais sociais, outras que são uma mistura ideológica, e outras ainda que não são nada mas que até gosto de ler.
Tenho para mim que a social-democracia (não confundir com PSD porque a lógica é inversa) conjugada com um mercado altamente liberalizado (mas prudentemente regulado) e uma legislação necessariamente flexível seria o sistema ideal. Se seria possível colocá-lo a funcionar? Não sei. Se isto significa alguma coisa em termos de correntes ideológicas ou mesmo de ideologia? Também não sei. Provavelmente não.

Mas com isto quero dizer que após ler, ouvir e reflectir sobre o orçamento de 2013 e o que tem sido a governação PSD-CDS, chego a duas conclusões:
- o país estava financeiramente num estado caótico (muito pior do que se imaginava), deixado por uma cambada de socialistas que, caso fôssemos um país sério, estariam todos presos e/ou casos fôssemos um país de gente séria, estariam todos calados e sem aparecer em lado algum;
- este governo perdeu a oportunidade (provavelmente o melhor timing histórico) de fazer as reformas principais que o país precisava (a tal refundação que agora se fala), cedendo aos poderes instalados (municipais, partidários) e tendo receio de confrontar certos filões (orçamento 0 para todas as fundações, privatizar tudo - RTP à cabeça - o que é do Estado).
Não há perdão para qualquer uma destas conclusões. Mas há uma certeza: quem mais sofre com tudo isto é Portugal e os portugueses, mas no futuro também os políticos sofrerão pela falta de crença daqueles que neles têm confiado. Embora sejam formas de sofrer bem diferentes.

Resta, ainda, a este Governo demonstrar que a oportunidade que tiveram pode ser aproveitada, mesmo que não totalmente, o que, sinceramente, já me custa a crer. Perceba-se também que o que digo não invalida que continue a achar que:
- este é o melhor Governo que vi em Portugal, que Gaspar é o melhor ministro das finanças que poderíamos ter, que é uma sorte termos um ministro como Álvaro Santos Pereira, mas a teia de poderes instalados e a falta de coragem dos políticos deste Governo - Passos, Relvas e Portas à cabeça - provavelmente determinará que a oportunidade se perdeu.
- que os socialistas são a espécie política mais asquerosa, mais nojenta, mais torpe, mais bafienta, mais mentirosa, mais aproveitadora (podia continuar porque adjectivos pejorativos há muitos e todos eles cabem nessa gente) que pode haver.

27 de novembro de 2012

Keith Jarrett


Foi com esta injecção solar que a tarde se manteve solarenga como estava no seu início.
Pelo menos assim a pressenti.

A Piada Infinita

A propósito do meu post - Percepções e Realidade - tomei conhecimento do blog que a Quetzal lançou para promover o lançamento do livro de David Foster Wallace - A Piada Infinita.


Quanto a mim resta-me, na insignificância a que este blog está redundado, agradecer a citação que fizeram de uns parágrafos meus.

Em jeito de conhecimento

Isto dos blogs tem coisas engraçadas. Seguimos pessoas que não sabemos quem são, que não sabemos como são, às vezes nem sabemos se são homens ou mulheres, que idade têm, mas que no fundo começamos a sentir alguma proximidade provocada obviamente pelos conteúdos que lemos, mas também por uma imagem que criamos. Uma percepção da pessoa.
Há pessoas que sigo há vários anos em blogs e é curioso que para quase todas elas tenho um retrato mental. Já me aconteceu esse retrato até ter parecenças com a pessoa (quando mais tarde por alguma razão vi a sua imagem) e o contrário obviamente também. É quase como que desenhar sem ver. Apenas através de informações, informações essas que na realidade são disponibilizadas pelos próprios. É uma sensação estranha, metafísica até.
Só sigo blogs e pessoas (nalguns blogs só leio textos de determinadas pessoas) que me dão alguma coisa. Não raras vezes dou comigo a ter sentimentos que deveriam apenas estar reservados a amigos, familiares ou a ídolos (com quem a interiorização de proximidade é completamente diferente). Sentimentos como preocupação, desilusão, agradecimento, entre outros.

Isto tudo só para saudar o regresso do David (já estava a ficar preocupado) aos blogs. Deixou de estar debaixo do fogão e mudou-se para aqui (http://thegirlfriendthoughtexperiment.blogspot.pt/). Façam o favor de passar por lá porque, além dos temas abordados, das opiniões sempre mordazes mas justas, escreve-se muito bem. E isso nem sempre é norma nos blogs.

Triste leão

Há 2 coisas que me custam muito neste Sporting:

1) ter um presidente que não passa de um atrasado mental;
2) o Elias jogar (podia estar um ponto final) e ainda para mais utilizar aquela braçadeira de capitão.