Obama foi reeleito.
Para quem tiver interesse pode consultar os resultados neste site da google.
7 de novembro de 2012
6 de novembro de 2012
Frase da semana
"Não se trata de atacar o Estado social, mas de defender". Vítor Gaspar
Espero que a cambada socialista deste país perceba isto!
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isto tem a ver com
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São Gaspar
A velha história dos almoços grátis
Ainda há quem acredite que há almoços grátis? Se houver, desengane-se. Porque não há.
Aqui fica mais uma prova.
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Curiosidades
Ontem durante a hora de almoço tinha planeado comprar a revista LER deste mês. Mas depois de almoçar fiquei sem dinheiro suficiente e por isso teria que levantar para a poder comprar. Apontei para o fazer depois de sair do trabalho ao final da tarde. Ignorando na altura desse apontamento que teria que sair a correr porque tinha reunião de condomínio às 19h.
Claro que saí do trabalho em cima da hora e, como ainda não tinha levantado dinheiro, passei pela banca de revistas e nem sequer parei a contemplar, durante uns segundos, as capas dos jornais e das revistas, como faço habitualmente.
Ao entrar no metro, já a falar ao telefone, passo pelas portas automáticas e os meus olhos dirigem-se, como que alertados, para o chão. Onde encontro uma nota de 5 €. Delicada e naturalmente, baixo-me, apanho a nota e coloco-a no bolso. Sem parar a conversa telefónica.
Decido instantaneamente, e sem o comunicar a quem me acompanhava telefonicamente que seriam destinados à revista LER.
Ela aqui está:
Adeus anunciado de ALA
Na sua habitual crónica na Visão, Lobo Antunes anunciou com antecipação o final da sua obra literária.
Lançou este um novo livro e, segundo o próprio, tem já outro terminado que sairá em 2014. Mais dois livros de crónicas, um em 2013 e outro provavelmente em 2014, e a dará por terminada a sua obra literária.
Não sem deixar no ar a possibilidade de um "post-scriptum" (como o próprio referiu). "A partir de agora, nem mais uma entrevista para um jornal que seja, uma televisão, uma rádio.", refere o escritor.
"Se há pessoas que olham o que construí como difícil de entender é porque não compreendem a complexidade da vida, e isso não é culpa minha, é defeito delas."
"O meu trabalho está praticamente terminado. O resto fica por vossa conta e eu estarei muito longe já. É inevitável. Governem-se, se forem capazes, com a chave que vos deixo, se é que ela existe, ou não existe, ou existem várias, ou existem muitas, mudando constantemente. De cada vez, por exemplo, que oiço um quarteto de Beethoven oiço música nova. Como se pode agarrar, digam-me lá, o que constantemente muda?"
5 de novembro de 2012
Eleições EUA
Amanhã saberemos quem será o novo presidente dos EUA.
Acompanho, desde 2010, um blog sobre este mega acontecimento, o Era uma vez na América. Grande parte do que vou sabendo e do interesse que me despertou este tema, devo-o ao blog e a quem nele escreve. Nuno Gouveia, Alexandre Burmester e José Gomes André foram guiões indispensáveis para mim neste período e os próximos dias, tenho a certeza, serão repletos de bons textos e excelentes análises.
Fica a referência, mas o objectivo deste post é dar a minha opinião sobre Obama.
Apesar de lhe reconhecer grandes capacidades e méritos, tenho a certeza que ele só chegou a presidente dos EUA por ser negro. Se fosse branco, mesmo com todos os seus méritos, dificilmente teria chegado a presidente dos EUA. Porquê? Porque seria mais um entre muitos com capacidades e qualidades idênticas. Ser negro, haver a possibilidade de ser o primeiro presidente negro e a miscelânea étnica dos EUA (a alegoria da raça é transversal) foram os factores que impulsionaram a eleição de 2008.
Obama tem, obviamente, capacidades para ser presidente dos EUA. Mas não é um génio, nem o que querem fazer dele (aquele prémio Nobel será provavelmente uma das decisões mais ridículas da academia sueca). A presidência não foi excelente e a prova disso é que a um dia das eleições, as chances de vencer a eleição de 2012 encontram-se muito próximas para os dois candidatos.
Fazer previsões num cenário tão renhido não é mais do que expressar uma vontade, um desejo. Por isso, mais do que uma previsão, expresso aqui aquele que seria o meu desejo para vencer as eleições americanas. Mitt Romney.
P.s. Para quem tem interesse por estas coisas, recomendo que analisem e tentem perceber como funcionam os media nos EUA (mas não só) em cenário de eleições. Para perceberem melhor a pobreza de espírito e o défice de carácter que envolve a nossa comunicação social.
Crescimento, cultura e sociedade
1 - Haverá alguém contra o crescimento económico?
Acho que não.
2 - Haverá alguém contra o crescimento desenfreado da dívida para simular crescimento económico?
Acho que sim. Se fossemos um país com bons níveis de cultura (não necessariamente habilitações literárias) todos seríamos contra.
A proposta do PS para atingir a premissa 1 passa por executar a premissa 2.
Quem quiser continuar a acreditar nesta mentira pode fazê-lo. Quem quiser ser sério e intelectualmente honesto percebe que não é possível crescer economicamente sustentado por dívida. Basta aplicar esse exemplo à sua vida particular ou a uma empresa e facilmente perceberá isso.
Só se consegue crescer economicamente de forma sustentada com eliminação de défices estruturais, nomeadamente balança externa e saldo primário. Como é que isso se faz? Gastando menos do que se ganha e exportando mais do que se importa (sim, somos dependentes de alguns bens, já sei que sim, mas pelos vistos é possível equilibrar a balança). São mecanismo dinâmicos e têm necessariamente que ter uma correlação muito positiva. E mesmo assim pode não ser o suficiente para reduzir nominalmente a dívida, mas será, pelo menos, suficiente para não a aumentar. E, com alguma durabilidade, funcionará na redução nominal da dívida.
O resto são mentiras e farsas que um tal de Tó-zé, completamente ignorante, apoiado por uma máquina propagandista de um PS, completamente execrável, querem fazer passar a um povo, na sua maioria inculto, com a conivência de uma comunicação, completamente irresponsável.
Ter um partido a propagandear sistematicamente que a solução do pais está no crescimento económico sem explicar claramente como fazê-lo e tendo em linha de conta o histórico recente do seu modus operandi - contraindo dívida de forma abrupta e sem critério na sua aplicação - é de uma tristeza atroz e demonstra a falta de educação, formação e preparação das nossas gentes. No fundo, a falta de cultura.
Ter uma sociedade culta (educada, formada, preparada e com capacidade crítica e de análise), mais que qualquer outra, será a melhor forma de termos um futuro melhor. E, infelizmente, essa sociedade ainda não existe, caso contrário seria impensável Sócrates ter ganho duas eleições. Quem votou em Sócrates na 2a eleição (dou de barato a primeira) demonstrou uma total inconsciência e impreparação para viver numa sociedade que se quer culta e responsável. Só para referir um exemplo.
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4 de novembro de 2012
Jotinha
Segundo o novo líder dos xuxinhas a solução para a crise portuguesa passa por estágios profissionais.
Evidentemente, repetiu ele vezes a fio.
A solução passa, claro, por subsídios. O pedigree mantém-se.
Evidentemente.
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2 de novembro de 2012
Estão a ver o que eu dizia
Acabo de receber esta mail da Culturgest:
Por motivo de greve dos trabalhadores do Grupo Caixa Geral de Depósitos hoje, dia 2 de novembro, são cancelados o concerto pelo Jim Black Trio e os espetáculos incluídos no projeto CELEBRAÇÃO.
Para reaver o valor dos bilhetes, poderá dirigir-se à bilheteira, dentro do horário de funcionamento da mesma, ou ao local onde foram adquiridos.
O programa da CELEBRAÇÃO continua nos próximos dias, como anunciado.
Por acaso até queria ir ver o Jim Black e só por impossibilidade é que não comprei os bilhetes. Se tivesse comprado, lá teria que perder mais algum do meu tempo para ir tratar da devolução do dinheiro.
Lá está o que referia no post anterior, quem sofre com a greve desta gentinha (coitadinhos, tenho tanta pena dos trabalhadores da CGD), somos nós.
Coisas que não percebo
Porque é que a maioria das greves em Portugal são em empresas públicas?
Desta vez até os coitados da Caixa Geral de Depósitos fizeram greve.
E ainda tiveram sorte, o tempo não está nada mau!
A CP deve andar em greve desde o início do ano dia sim dia não. Ainda não perceberam que já ninguém liga aos seus protestos e que, tirando as linhas de Sintra e Cascais, o resto do povo já se adaptou. O que prova duas coisas: a) que o serviço prestado não é grande coisa e é caro; 2) que há montes de gente a mais nessas empresas.
Sempre ouvi dizer, que quem mais tem, mais quer ter. E é bem verdade no sector público.
Se tivessem na iminência permanente de perder o emprego talvez pensassem duas vezes antes de andar a fazer greves, mas como esse fantasma não os assola, fazem o que querem. And guess what, os principais prejudicados são sempre as pessoas que querem fazer pela vida, que têm que fazer pela vida.
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31 de outubro de 2012
Um exemplo Municipal a seguir
O poder local, ao contrário do que tem sido a tónica nas últimas dezenas de anos, não deveria servir apenas para fazer obras, na sua maioria, patéticas e para empregar pessoas, muitos deles baseados no amiguismo.
Deveriam e devem ser um serviço à população. Criando interesse para os munícipes e para a população em geral pelo concelho. Tornando-o atractivo, dinâmico e "descomplicador". Só desta forma terá algum interesse para os munícipes, caso contrário, não passa de um braço armada da burocracia, de uma visão tachista da coisa e, pior, de uma total ausência de utilidade.
Mas, nem tudo é mau no erário municipal. A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova criou e está a desenvolver um projecto muito interessante que se denomina: "Em Idanha há lugar para ti não emigres. Migra!". Neste programa o município publicita que:
"Temos forma de ajudar a implementar as tuas ideias de negócio, do Turismo à Agricultura e Pecuária, das Artes ao Ensino e Cultura. Para apoiar o empreendorismo e inovação criámos e adaptámos, a Incubadora de Empresas, a Incubadora de Base Rural, Zonas Industriais, Zonas Históricas, Zonas Naturais e Termais. Antes de partires para outras paragens, vem conhecer-nos melhor. Prometemos ouvir as tuas ideias e projectos."
Não qual estará a ser a adesão a este projecto, nem qual a capacidade de apoiar da câmara, mas a ideia é excelente e personifica totalmente uma das funções da que os municípios devem providenciar, ainda mais em alturas de crise como a que estamos a viver.
Deixo o link do site para quem estiver interessado em mais informação. Saber mais.
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Política Municipal
Clear all
Parece que o Jeffrén aproveitou o jogo com a Académica para fazer um soneca. A mim não espanta nada. Com a seca de futebol que o Sporting joga, qualquer um está sujeito a adormecer.
Uma das principais tarefas do Voltaren vai passar por fazer um "Clear all" na cabeça de todos os jogadores. Para que todos os resquícios das ideias amorfas que vinham da cabeça do Sá Pinto se evaporem de vez.
Dúvida de ocasião
O que fariam todos os constitucionalistas deste país, a começar no auto-intitulado supre-sumo da coisa João Miranda, e o Tribunal Constitucional se rasgarmos o acordo com a Troika ou se sairmos do Euro?
Vão considerar inconstitucional o quê? A fome generalizada? A miséria generalizada?
Será que esta gente não percebe a coisa mais simples do mundo?
A Troika é quem paga os salários aos funcionários públicos!
A Troika é quem paga as pensões!
A Troika é quem financia a Educação!
A Troika é quem financia a Saúde!
Quem achar o contrário é um completo imbecil que não percebe nada do que se passa no mundo.
Podem haver soluções diferentes para um mesmo problema, mas, neste caso, o diagnóstico é igual para todos!
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Eles ainda não acabaram
Afinal há mais clones do Sócrates, além dos nauseabundos Augusto Santos Silva e, principalmente, Pedro Silva Pereira, Sócrates deixou mais um germe no parlamento. De seu nome João Galamba. O novo cão de fila do PS. Mantém a mesma característica dos seus antecessores: é uma besta!
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30 de outubro de 2012
E eu tão pouco
Na semana passada, descobrimos que a Câmara Municipal de Lisboa do genial António Costa vai ficar responsável pelas despesas da genial Fundação Saramago. Ou seja, água, luz e demais coisas comezinhas não cabem na genialidade da Fundação. Os génios, como se sabe, não sabem o que é a conta da luz. Seja como for, este encargo significa mais 50 mil euros por ano. Coisa pouca, diga-se. Nada que se compare à doação da Casa dos Bicos à Fundação Saramago, depois de ter sido devidamente arranjada com obras financiadas pelo erário público. Portanto, bem vistas as coisas, tudo isto acaba por fazer sentido: a CML fez uma espécie de habitação social para um génio, e agora tem de pagar as despesas correntes do génio. E, atenção, as declarações da Presidenta da Fundação também fazem todo o sentido. Pilar del Rio anda por aí a dizer que a democracia está morta, que não há democracia. Tenho de concordar: de facto, não há democracia quando alguns privilegiados dispõem deste acesso directo ao erário público. Mas deve ser tão bom bancar o benemérito com o dinheiro dos outros.
P.s. Saramago como personalidade causa-me repulsa. Porque não gostava de Portugal, porque era anti-democrático, porque era mal educado e porque era casado com uma personalidade asquerosa. Por tudo isto ganhei aversão a toda a sua obra. Não a consigo dissociar da personalidade do autor.
Biblioteca Digital DN (2)
Sobre os contos 3 e 4 da Biblioteca Digital do DN.
Um Romance, da autoria de Rui Zink, é um conto com uma história engraçada, bem enredada, relativamente bem escrito e com o estilo muito próprio de Zink bem definido. As piadas estúpidas em rodapé poderiam muito bem ser evitadas até porque não acrescentam nada ao conto (excepção das notas 5 e 6), mas se assim fosse não estaríamos perante o pseudo irreverente Rui Zink. De qualquer forma, trata-se de um bom conto. Com um final muito próprio.
Luísa Costa Gomes, com o conto intitulado Mania, foi o quarto desta iniciativa. Não sei de quem terá sido a responsabilidade pela compilação dos contos, mas de uma coisa tenho a certeza, este conto não deveria ter sequer entrado nas possibilidades de participação. É mau demais. Além de não ter nada de novo, já que foi retirado de uma livro da autora datado de 1984, apesar de rescrito (e relido, terá sido?).
Também não sei qual será a ideia concreta do DN, mas colocando-me na pele de um dos escritores/autores convidados para pertencer a esta série, teria todo o gosto em escrever um conto inédito para esta iniciativa. Neste caso não existiu sequer esse brio, não sei se por parte da autora ou se por não ser exigível pelo DN. De qualquer das formas, foi o pior conto desta série e, porventura, terá sido das piores coisas que alguma vez li.
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Rui Zink
Que Estado queremos e quanto queremos pagar?
Esta é, possivelmente, a mais importante interrogação a que estamos
sujeitos nesta altura. É este o debate mais estruturante que deve estar na
agenda dos partidos do arco da governação.
Qual o papel e a dimensão que o Estado deve ter no futuro? Que funções do
Estado se compadecem com a actual (e futura) estrutura económica nacional?
Colocando a questão de outra forma: O Estado tem dinheiro para o quê?
Por definição, numa economia todos os recursos são limitados e o grande
desafio passa pela sua maximização. O Estado tem este problema. No caso
português, além de limitados, os recursos são/serão escassos. Por isso compete
ao Estado maximizar esta função de utilidade social.
Esta reformulação do paradigma do Estado Social tem que vir para cima da
mesa. Foi o que fez Passos Coelho quando lançou o apelo de refundar o Estado
Social, colocou na agenda política a necessidade de rever e reformular todas as
funções que o Estado deve provir à sociedade.
Esta é uma discussão complicada, dura e com certeza fracturante, mas, a bem
da nação e da sustentabilidade do país, deverá existir coragem política para a
debater.
Qual o nível máximo de impostos que devem ser cobrados para que a economia
não asfixie e para que seja possível manter um crescimento, mesmo que
praticamente endémico, com alguma constância? No meu entendimento, deve ser
este o ponto de partida para redefinir, ou refundar, as funções do Estado
Social, sendo certo que uma parte dessas funções estão já garantidas (pensões,
por exemplo). Calculando-se este limite máximo de impostos a pagar (receita
fiscal) atingir-se-á um valor máximo de despesa (aparelho estatal), a qual não
deverá ser ultrapassada de forma sistemática. É isso que cria défice e são os
sucessivos défices que criam/criaram a dívida.
Por estas razões considero que Gaspar deveria ter feito um orçamento de
base 0 (zero) para 2013. Um orçamento em que se partisse precisamente desta
premissa, apesar de se saber de antemão que seria um orçamento com défice. Enquanto
isso não acontecer, provavelmente, e de forma sucessiva, as previsões dos
orçamentos de estado vão falhar.
Aparte, esta questão do défice 0 e voltando ao tema central deste post, a
importância de trazer esta agenda para a ordem do dia redundará provavelmente
na imprescindível alteração da constituição, nomeadamente, no que: às funções
do Estado; aos direitos adquiridos; e, provavelmente, aos limites deficitários
diz respeito.
No memorando da Troika previa-se que duas terças partes do ajustamento
fossem pelo lado da despesa. Foi manifestamente imprudente assumir esta
ambição. Até porque, como temos verificado, não é fácil assumir-se a
impossibilidade de cortar na despesa sem tocar em áreas como educação, saúde,
pensões e salários. Toda a gente fala em cortar na despesa do Estado, mas muito
pouca gente aceita que se mexam nas áreas que correspondem a cerca de 90% dos
gastos do Estado. Então como é que se pode cortar na despesa?
É pura demagogia falar-se em cortes na despesa sem abordar de forma clara
quais as futuras e principais funções e deveres que o Estado deve ter para com
a sociedade. É aqui se deve centrar aquele que, porventura, será o mais
estruturante e essencial debate político da nossa sociedade nos próximos anos.
O apelo à responsabilidade política dos principais partidos é por isso,
mais que nunca, um apelo à salvação e a sustentabilidade da nação.
Pelos visto, e para variar, a irresponsabilidade do PS veio
imediatamente à tona. Continuam a falar em crescimento, sustentando-o com dívida
e consequentemente com aumentos de impostos, com uma leviandade atroz.
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