Depois do envio de José Sócrates para um centro de novas oportunidades em Paris e na iminência de Santana Lopes privatizar o Totobola, os sócios desta Taberna sentiram-se obrigados a tomar as rédeas do país, tendo como base de comando este espaço!

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7 de fevereiro de 2013

Baixeza? Não. O Nicolau é mesmo assim...

Nicolau Santos adoptou um novo estilo de escrita e de pulhice.
Aureando-se de um pseudo-moralismo a todos os títulos nojento e utilizando sem qualquer pudor pessoas e casos pessoais para atacar instituições e pessoas que ele confunde com instituições.
Começou pelo menino das bolachas e agora chegou à D. Claudete. Caminhos iguais para conclusões iguais. Métodos iguais para culpabilizações iguais.

Como é que é possível que alguém com este nível possa ser director adjunto de um jornal que se diz de referência?
Que idiotice de pergunta esta. Se depois do caso Artur Baptista da Silva este enfermo não caiu, porque é que haveria de cair agora  por estar, mais uma vez, a servir-se sub-repticiamente de um episódio tão triste. Descontextualizando-o intencionalmente de forma a servir os seus propósitos.
Triste personagem este Nicolau...

1 de fevereiro de 2013

Em frente

Seguro devia marcar o congresso e as directas com a maior brevidade possível.
É a única hipótese de derrotar Costa, é a última vida política de Seguro.
Colocando-o na pele de um "assaltante de poder", que o é. Demonstrando o alto nível de oportunismo de Costa. Conotando-o à ala Socrática. Conotando-o a uma estratégia política para o país que falhou (e de que maneira o sentimos). Denunciando a faceta de "quem tudo quer tudo perde de Costa".
Pode inclusivamente provar aos socialistas e ao país que não é um banana, um idiota e terá inclusivamente muito a ganhar Portugal.
Seguro tem oportunidade de acabar com a carreira política de Antónia Costa.

30 de janeiro de 2013

Giro giro era...

...o Costa candidatar-se à liderança do PS e perder para Seara, candidatar-se à liderança do PS e perder para Seguro.
Nem sempre os oportunistas têm sorte...

24 de janeiro de 2013

Perguntar não ofende

Aquele por quem os socialistas tanto anseiam e de quem tanto esperam, aquele de quem já falei aqui, é o mesmo que, como responsável pela maior autarquia do país, não conseguiu aprovar o orçamento para 2013?
Claro que a imprensa não fala disso. Porque será? Será assim tão irrelevante que o presidente da maior autarquia do país não consiga aprovar o orçamento para 2013?
Ainda para mais quando esse orçamento foi chumbado essencialmente porque continha uma manobra ao melhor estilo socialista-socrático, baixar impostos em ano de eleições para os subir no ano seguinte.

É essa pessoa que querem para primeiro ministro?
Uma pessoa tacticista ao ponto de perceber que será eleito no PS quando quiser, tal é a força que tem na máquina, embora, como se sabe (vide exemplos de Sócrates e Seguro), essa eleição não tem como requisitos a competência, a credibilidade e a honorabilidade.
Mas o calculismo de Costa não se cinge à liderança do PS, vai mais além. No fundo ele sabe que não fez trabalho assim tão bom em Lisboa, sabe que a vitória não é, nem pouco mais ou menos, uma certeza e por isso iniciou o ataque a Seguro.
É essa pessoa que querem para primeiro ministro?

Genial


Entendimento inter-religioso e cultural com a dignidade humana como limiar? What the fuck?
Ora aqui está uma frase típica de um político, socialista por sinal.
Quer dizer alguma coisa?
Claro que não.
Este Sampaio nunca me desiludiu, sempre foi um génio. Mas daqueles que ninguém percebe, deve ser como o Pinho, um adiantado mental.

Para acompanhar estas declarações do genial Sampaio, deixou outra citação, do não menos genial Sérgio Sousa Pinto, um dos "socroboys" do PS, mais um génio portanto. Elas aqui:

“O futuro da ADSE está a dilacerar o PS. A ala situacionista-parlamentarista-pós-socialista enfrenta a ala oficialista-situacionista-ratista-neo-socialista e a nova sensibilidade europeista-situacionista-ex-socialista-anti-tabagista. Reclamo um Congresso antecipado”

Agora tentam lá decifrar isto.

16 de janeiro de 2013

Mais um indício do assalto ao poder

Luís Bernardo e Mafalda Costa Pereira vão voltar a liderar a comunicação do PS. Equipa de Sócrates regressa para assessorar Seguro.

Depois da demissão de Jorge Coelho, agora é o Luís que volta ao PS ("Estou bem assim, Luís?" - perguntava Sócrates antes de dizer ao país que estávamos à beira da bancarrota e tínhamos que pedir ajuda externa aos malvados da Troika que acabaram por ter nos salvar).
Desconfio que nem assim a anormalidade do Seguro lá vai.

Mais um indício deste assalto declarado ao poder, são as declarações de Freitas novo-socialista-que-em-tempos-fundou-o-cds do Amaral. Diz ele no alto da sua sapiência - talvez a mesma que o fez aceitar o convite para pertencer ao governo do pior primeiro-ministro que Portugal alguma vez teve - que Cavaco deverá dissolver a AR se a situação social se agravar. Nunca o ouvi dizer o mesmo sobre os dois governos que levaram o país a pedir ajuda externa e consequentemente a ter que enfrentar esta crise social.

Portanto, no seio do PS a agulha virou um pouco. Percebendo que o governo se está marimbando para vozes de burros (no sentido literal) optaram por deixar de exigir que o governo se demitisse e voltaram-se para uma pressão sobre Cavaco.

Veremos se ainda resta alguma dignidade e inteligência a Cavaco. Quero acreditar que sim.

27 de dezembro de 2012

Ainda a propósito do Nicolau

Se eu ao fim de 32 anos de experiência de trabalho cometesse um erro tão primário, demonstrasse tanta incompetência e parcialidade, provavelmente seria despedido.
A experiência serve para isso mesmo, para despistar erros, ter uma maior capacidade crítica e para que nos tornemos ponderados nas decisões.
O que me leva a pensar que Nicolau pode ter sido durante toda a vida:
- um incompetente jornalista;
- um competente lambe-botas;
- um incompetente economista;
- uma competente voz partidária.

Voltando ao início deste post. Dizia eu que provavelmente seria despedido se, ao fim de 32 anos, tivesse alinhado pela incompetência de forma tão directa e inexplicável. Isso seria verdade para a maioria das pessoas, mas não para quem trabalha no Expresso. Porque no Expresso quase todos são assim: incompetentes e parciais. Sobram os Henriques (Monteiro e Raposo)...

Para terminar, não se preocupem com o Nicolau que ele um diz destes chega ao lugar de sonho e para o qual tanto tem trabalhado. A parcialidade tem quase sempre a sua recompensa...

26 de dezembro de 2012

Para a prosperidade, Nicolau


(clicar para ler)

Imagino o quanto se deve ter babado o grande Nicolau "das bolachas" a escrever este artigo.
Mas um xuxa que se preze é mesmo isto:
- Um desavergonhado, tendencioso e bafiento.

E por mais que se desculpe de ter sido embarretado, o que fica para memória é o artigo que escreveu em que recomendou a entrevista de um charlatão. Ou seja, basta alguém dizer o que o Nicolau quer ouvir que ele vai logo a seguir recomendar.
Mas um xuxa que se preze é mesmo isto:
- Um desavergonhado, tendencioso e bafiento.

5 de novembro de 2012

Crescimento, cultura e sociedade

1 - Haverá alguém contra o crescimento económico?
Acho que não.
2 - Haverá alguém contra o crescimento desenfreado da dívida para simular crescimento económico?
Acho que sim. Se fossemos um país com bons níveis de cultura (não necessariamente habilitações literárias) todos seríamos contra.

A proposta do PS para atingir a premissa 1 passa por executar a premissa 2.

Quem quiser continuar a acreditar nesta mentira pode fazê-lo. Quem quiser ser sério e intelectualmente honesto percebe que não é possível crescer economicamente sustentado por dívida. Basta aplicar esse exemplo à sua vida particular ou a uma empresa e facilmente perceberá isso.
Só se consegue crescer economicamente de forma sustentada com eliminação de défices estruturais, nomeadamente balança externa e saldo primário. Como é que isso se faz? Gastando menos do que se ganha e exportando mais do que se importa (sim, somos dependentes de alguns bens, já sei que sim, mas pelos vistos é possível equilibrar a balança). São mecanismo dinâmicos e têm necessariamente que ter uma correlação muito positiva. E mesmo assim pode não ser o suficiente para reduzir nominalmente a dívida, mas será, pelo menos, suficiente para não a aumentar. E, com alguma durabilidade, funcionará na redução nominal da dívida.

O resto são mentiras e farsas que um tal de Tó-zé, completamente ignorante, apoiado por uma máquina propagandista de um PS, completamente execrável, querem fazer passar a um povo, na sua maioria inculto, com a conivência de uma comunicação, completamente irresponsável.

Ter um partido a propagandear sistematicamente que a solução do pais está no crescimento económico sem explicar claramente como fazê-lo e tendo em linha de conta o histórico recente do seu modus operandi - contraindo dívida de forma abrupta e sem critério na sua aplicação -  é de uma tristeza atroz e demonstra a falta de educação, formação e preparação das nossas gentes. No fundo, a falta de cultura.
Ter uma sociedade culta (educada, formada, preparada e com capacidade crítica e de análise), mais que qualquer outra, será a melhor forma de termos um futuro melhor. E, infelizmente, essa sociedade ainda não existe, caso contrário seria impensável Sócrates ter ganho duas eleições. Quem votou em Sócrates  na 2a eleição (dou de barato a primeira) demonstrou uma total inconsciência e impreparação para viver numa sociedade que se quer culta e responsável. Só para referir um exemplo.

4 de novembro de 2012

Jotinha

Segundo o novo líder dos xuxinhas a solução para a crise portuguesa passa por estágios profissionais.
Evidentemente, repetiu ele vezes a fio.
A solução passa, claro, por subsídios. O pedigree mantém-se.
Evidentemente.

31 de outubro de 2012

Dúvida de ocasião

O que fariam todos os constitucionalistas deste país, a começar no auto-intitulado supre-sumo da coisa João Miranda, e o Tribunal Constitucional se rasgarmos o acordo com a Troika ou se sairmos do Euro?

Vão considerar inconstitucional o quê? A fome generalizada? A miséria generalizada?

Será que esta gente não percebe a coisa mais simples do mundo?
A Troika é quem paga os salários aos funcionários públicos!
A Troika é quem paga as pensões!
A Troika é quem financia a Educação!
A Troika é quem financia a Saúde!
Quem achar o contrário é um completo imbecil que não percebe nada do que se passa no mundo.
Podem haver soluções diferentes para um mesmo problema, mas, neste caso, o diagnóstico é igual para todos!

Eles ainda não acabaram

Afinal há mais clones do Sócrates, além dos nauseabundos Augusto Santos Silva e, principalmente, Pedro Silva Pereira, Sócrates deixou mais um germe no parlamento. De seu nome João Galamba. O novo cão de fila do PS. Mantém a mesma característica dos seus antecessores: é uma besta!

12 de outubro de 2012

O tó-zé escreveu isto ontem no Público

1.A forma como está a ser apresentado ao país o OE para 2013 é mais um exemplo daquilo que tenho qualificado como sinais de desorientação política e de incompetência na acção deste Governo e do primeiro-ministro.
Medidas precipitadas e retiradas sob pressão. Avanços e recuos em matérias fundamentais como a TSU e o IMI. Discursos divergentes entre membros do mesmo Governo. Um primeiro-ministro ausente. Um governo sem rumo. [Então mas o recuo na TSU não foi a maior vitória política de que o PS se gaba nos últimos 2 anos?]
Após um ano em que o país andou para trás e com os falhanços do Governo no objectivo do défice, na dinamização da economia e no combate ao desemprego, estes sinais de desorientação e de impreparação são preocupantes e são exactamente o contrário daquilo que o país precisa.
E o brutal aumento de impostos já anunciado contém uma factura de 2500 milhões de euros que os portugueses vão ter de pagar em resultado dos falhanços e da incompetência deste Governo. [Não Tó-zé, não é por falhanços deste Governo, é por causa da dívida! Sim, a dívida. Sim, a dívida que as gentes do seu partido deixaram para os portugueses pagar!]
De facto, este Governo falhou no diagnóstico da crise, e por isso falhou na estratégia. Este Governo falhou na receita e, por isso falhou nos resultados. O desemprego disparou, a recessão e a dívida agravaram-se e ficou-se muito aquém nos objectivos para o défice orçamental. [Tó-ze, a estratégia foi negociada pelo seu partido  - na altura quem não se lembra de ouvir Sócrates a dizer que tinha sido um acordo muito bom para o país? - e assinada pelos principais partidos de governo.]
Tenho dito e a realidade tem, infelizmente, confirmado os meus alertas, que a receita da austeridade “custe o que custar” só conduz a mais recessão, a menos economia, a mais sacrifícios e a mais desemprego. E o que se sabe do orçamento para 2013 mostra que o Governo vai insistir no erro e consequentemente no empobrecimento do país, no aumento do desemprego, e na fragilização da economia. Esta linha política não conduz só a mais recessão. Mina a confiança e aumenta a incerteza no dia-a-dia das pessoas. [Quando refere que esta estratégia mina a confiança, deve estar a referir-se ao facto das taxas de juro de mercado para emissão de dívida estarem nos níveis mais baixos dos últimos 3 anos, certo? É aí que se vê a confiança. E pelos vistos Portugal começa a voltar a ser visto como um país que merece...o quê??...confiança!]
Mas o mais grave é que o Governo transformou Portugal num país sem esperança. Não admira por isso que muitos portugueses perguntem: isto tem mesmo de ser assim? Não há alternativas?
Desde há mais de um ano que a minha resposta a estas perguntas é simples e directa: sim, há uma alternativa. Sim, há outro caminho! [Uau!]
Uma alternativa e um caminho que combinem com equilíbrio e com inteligência a necessidade de rigor nas contas públicas e a prioridade do crescimento económico com protecção do emprego. [Desculpe? Isso quer dizer o quê? Como é que se faz?]
2. Para vencer a crise e para restaurar a esperança, o país precisa de uma alternativa e de uma resposta política que integre o plano nacional e o plano europeu. [Pois, quem nos está a emprestar dinheiro é o Afeganistão! Já me esquecia...]
Este não é nem o momento nem o local para apresentar de forma exaustiva todos os detalhes da alternativa política que o Partido Socialista tem para o país. [Claro está, é só o local para fazer propaganda.] Mas quero destacar duas prioridades e algumas medidas extraordinárias que os sucessivos falhanços deste Governo tornaram absolutamente urgentes. [Mais medidas extraordinárias? Não acha que a malta está farta disso? Assim não vais lá Tó-zé...]
1.ª prioridade – Acompanhar e participar activamente no novo consenso europeu em torno do pacto de crescimento – ter voz na Europa. [Tipo a voz que o Hollande teve na negociação do pacto orçamental da UE? Que teve que meter o rabinho entre as pernas e perceber que quem empresta dinheiro é que manda? Ai Tó-zé, tó-zé que não tens mesmo a noção do tamanho de Portugal...]
2.ª prioridade — Relançar o crescimento económico (condição necessária à consolidação das contas públicas). [Cá está! Fácil não é?? Como é que ainda ninguém se lembrou disto? Que génio este Tó-zé!]
Uma alternativa política consistente tem de assumir estas duas prioridades que se constituem hoje como um autêntico desígnio nacional.
No plano europeu, há mais de um ano que defendo um papel mais activo do Banco Central Europeu de modo a reduzir os custos do financiamento do nosso país. Recordo que, este ano, vamos pagar cerca de 9000 milhões de euros pelo serviço da dívida. [Ora, deixa cá ver de onde é que vêm esses 9000 milhões de euros?? Ah!, já sei! Da dívida! Criada e contraída por quem? Em grande parte pelo PS, baseado exactamente na mesma ideologia que o Inseguro defende. Quer alterar o papel do BCE, está boa essa! Então agora o BCE é que devia financiar os Estados? O BCE financia a economia e os Estados financiam-se nos mercados! É assim que funciona! Não era o Tó-zé que falava no início do texto em impreparação?? Muito preparado parece este rapaz...]
Outra das propostas incide na necessidade do nosso país dispor de mais tempo para consolidar as contas públicas. Mais tempo significa menos austeridade e menos sacrifícios para as pessoas e para as empresas. A trajectória e a sua sustentabilidade são mais importantes que uma data concreta para alcançarmos o nosso objectivo. Queremos consolidar as nossas contas públicas com as pessoas e não contra as pessoas. [Quem foi que negociou o acordo, quem foi??? Avanços e recuos? É isso que está a falar?]
No plano nacional, das medidas de urgência que proponho no quadro da alternativa política que o PS tem para o país quero destacar as seguintes:
– Criação de uma linha de crédito a contratar com o Banco Europeu de Investimento, no valor de 5 mil milhões de euros, para apoiar as Pequenas e Médias Empresas com dificuldades de acesso ao crédito; [Ora aí está! Apresenta uma medida que nem sequer sabe se é possível realizar! O BEI deve estar desertinho para emprestar dinheiro a Portugal. Começa a demagogia barata!]
– Criação de fundo de recapitalização no valor de 3 mil milhões de euros para reforçar a capacidade de tesouraria das Pequenas e Médias Empresas, utilizando metade da verba disponível e não utilizada pelos bancos para a sua recapitalização; [E continua! O fundo de recapitalização dos bancos pode ser utilizado até ao final do memorando da Troika. Quem garante que não será necessário voltar a utilizar? E mais! Então esse fundo é criado com um objectivo e o Tó-zé à boa maneira socialista, pretende dar-lhe um rumo completamente diferente... Brilhante!]
– Colocar 3 mil milhões de euros do QREN, Quadro de Referência Estratégica Nacional – fundos comunitários –, que estão parados, ao dispor da economia portuguesa, por exemplo, utilizando-os em projectos de reabilitação urbana; [Ainda bem que teve o cuidado de explicar o que quer dizer QREN. Também podiam ser utilizados para melhorar as linhas ferroviárias, por exemplo! Nem sabe se são precisos esses fundo para reabilitação urbana, qual o propósito dessa reabilitação, vale a pena fazer a reabilitação. Mas isso não interessa. É preciso é dizer um disparate qualquer com um número grande. Esquecendo-se do essencial! Para que os fundos do QREN possam ser utilizados é necessária uma parte de contribuição nacional. Ora, se não temos dinheiro, nem nos estamos a financiar nos mercados livremente, como fazemos?]
– Reduzir os custos das empresas e das famílias com os combustíveis e com a energia, através da criação de postos de combustíveis de linha branca, mais baratos, e da abolição de uma das taxas do gás natural. Actualmente o gás natural é taxado à saída de Espanha e à entrada em Portugal – abolir uma das taxas faria com que o preço do gás fosse mais baixo; [Excelente ideia! Mas quem é que ia abrir os postos de combustíveis de linha branca? O estado?? Give me a break! Fucking communist!]
– Criação de um banco do fomento, de propriedade pública, à semelhança do que existe noutros países, focado no apoio ao investimento e beneficiando dos próximos fundos comunitários (2014-2020), em conjugação com recursos do BEI. [Ah! Ah! Aqui está a verdadeira razão deste artigo! Até se nota que foi acrescentado à posteriori (a pontuação é diferente da que vem de trás). Como ouviu dizer que o governo ia propor uma medida semelhante, quis fazer crer que foi da sua genial cabecinha que surgiu esta ideia! Triste figura oh Tó-zé...]
– Reposição do IVA reduzido na restauração; [Finalmente uma medida exequível!]
– Taxa sobre as parcerias público-privadas. [Sobre as PPP's criadas e blindadas pelo anterior governo PS? E quanto é que vale esse imposto? O gabinete já fez as contas? É que ainda em 17 de Setembro na RTP falava deste imposto mas não sabia quanto valia. Dizia, na altura, que tinha pessoas da sua confiança a fazer os cálculos! Ora, calculo que sejam pessoas muito preparadas, por isso já devia haver pelo menos um valor de referência que demonstre o interesse dessa taxa. Mais demagogia!]
Estas são algumas das medidas que o Partido Socialista [não era o Tó-zé em nome próprio que as propunha? Foi o que pareceu lá atrás...] considera que devem ser adoptadas para fazer face à situação de emergência económica e social em que este Governo colocou os portugueses. [Este governo??? Hahahahaha....]
Mas com realismo e com sentido de responsabilidade devo também dizer que a alternativa política que proponho não será nem um caminho de facilidades, nem de soluções rápidas para os problemas que o país enfrenta. O meu propósito é continuar a apresentar ao país uma alternativa credível e que dê esperança às pessoas. Essa alternativa está a ser aprofundada com a participação de centenas de militantes e independentes e radica na urgência da mudança de caminho e de prioridades. Para uma alternativa responsável. [Responsável é um termo engraçado para alguém que escreveu um texto destes e só apresentou uma medida exequível, apesar de não quantificada!]

P.s. Por estas e outras é que o Público está na situação que está... Dar cobertura directa a este tipo de modus operandi político é pouco mais de execrável...

Mais um exemplo de socialismo

Que é o mesmo que dizer: mais um exemplo de pura e desmesurada demagogia.
A propósito da troca dos carros do grupo parlamentar, não me choca que, após término do contrato vigente de locação, tenham negociado outro contrato idêntico.
O que me choca são declarações como a de Francisco Assis que são a essência do que são os socialistas. Um bando de mentirosos, falsos preocupados e que tudo o que dizem é para enganar o povinho. Nada do que apregoam se aplica a eles. Aí alto! Sacrifícios sim, mas para os papalvos do povinho, não para nós! Então agora íamos andar de Clio? Andem vocês [povinho] que são uns seres inferiores e que têm que fazer sacrifícios. Nós não! Nós somos a vossa salvação e por isso temos que andar em Audis A5!
Custa-me viver num país em que as pessoas não têm a mínima noção desta realidade e ainda votem em gente desta...

Actualização


11 de outubro de 2012

Coitadinho do Paulinho

O coitado do Paulo Campos diz que aos 47 ano ainda precisa do apoio dos pais para sobreviver.
Pois bem, se a justiça em Portugal funcionasse isto não aconteceria, porque este senhor estaria na prisão e não precisaria da ajuda dos pais para sobreviver, porque lá sempre teria comida e roupa lavada.

10 de outubro de 2012

O exemplo

"Austeridade excessiva pode prejudicar terrivelmente a democracia."

Quem o diz é Jorge Sampaio, que, como se deverão lembrar, exerceu o seu cargo de forma muito democrática. Principalmente na forma com interpretou, democraticamente claro está, um governo legítimo formado por dois partidos que não eram o seu. Provando a todos que mais não foi do que um instrumento ao serviço do PS.
Por isso não deixa de ser engraçado vê-lo a falar de democracia.
Se o outro foi o pai este foi o filho. Esperemos que não haja mais irmão ou filhos.

4 de outubro de 2012

Ainda a TSU

"O que é que tudo isto [medidas ontem apresentadas] significa? Que o populismo das últimas semanas vai servir para colocar mais portugueses no desemprego. É nisto que dão os consensos forçados por um Presidente de cabeça perdida, uma ex-líder com contas para ajustar, um Tribunal Constitucional que dá conselhos sobre governação e um líder da oposição entalado no seu partido. Fora um ex-primeiro ministro e ex-Presidente que perdeu a memória. Temos o que merecemos!"

Camilo Lourenço, hoje no Negócios.

3 de outubro de 2012

Viva a demagogia

Para os xuxas que visitam este blog e para os indecisos politicamente que alguma vez já cometeram o acto (insano) de votar no PS (sim, mais facilmente percebo que alguém vote no PCP ou no BE do que no PS), deixo mais alguns exemplos do que é essa coisa do socialismo e da demagogia:

Aqui e aqui. Desta vez por Hollande, o ridículo francês que é o ídolo do coitado português Tó-zé.

Mais uma herança Socrática


Teixeira dos Santos (a par de Sousa Franco) foram provavelmente os piores ministros das finanças da história de Portugal, tal como Sócrates foi com certeza o pior Primeiro Ministro de sempre. No entanto, é incrível como ainda há portugueses que acreditam e defendem esta gente.

Deixo aqui um apanhado de algumas declarações de Teixeira dos Santos sobre o BPN.

P.s. Se calhar assim já se começa a perceber que o negócio com o BIC até acabou por não ser mau. Pelo menos tapou-se a entrada do buraco.

26 de setembro de 2012

Buscas

O Ministério Público, após esperar mais de um ano (no caso de Mário Lino ainda mais), resolveu fazer buscas às casas de dois ex-ministros socialistas e ao arquitecto e engenheiro das PPP's Paulo "Lixaste-nos a Todos para os próximos 20 ano" Campos.
Ora, a questão que se impõe é:
Estes gajos tinham assim tanta coisa escondida e a esconder que demoraram mais de um ano para se livrarem desse material? Imagino as vezes que o Ministério Público deve ter ligado para marcar as "buscas"?