Depois do envio de José Sócrates para um centro de novas oportunidades em Paris e na iminência de Santana Lopes privatizar o Totobola, os sócios desta Taberna sentiram-se obrigados a tomar as rédeas do país, tendo como base de comando este espaço!

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5 de março de 2013

Nota

Devo informar que a discussão sobre o contributo do PS para salvar o país, consubstanciado em 5 medidas referidas neste post, segue na caixa de comentários do post "Comício bem composto". Aconteceu assim por acaso. Seguirá assim. Obrigado.

15 de janeiro de 2013

A voz dos clientes (7)

Os Miseráveis
José Lello: "a maioria dos funcionários públicos votam ps"
Aqui está a imagem do verdadeiro político.
Portanto e para bem de Portugal, desculpem, do ps, nada se pode alterar na função pública.
Assim se fala bom português.

Alexandre Pires

31 de dezembro de 2012

Para 2013

A todos os que aqui costumam passar, a todos os que por cá passaram e aos que ainda vão passar, desejos de um ano de 2013 com saúde, amizade, trabalho, espírito crítico, livros, música, cultura, boa comida e bons momentos com as pessoas que o merecem.

10 de dezembro de 2012

A voz dos clientes (5)

Confirma-se!
As pessoas sérias, desprovidas de qualquer ambição política, que desejam acima de tudo usar o seu provisório lugar em beneficio da sua nação, não têem lugar nesse mundo cada vez mais limitado aos invertebrados.

Alexandre Pires

A voz dos clientes (4)


“ - Não, não estou a ouvir um demagogo!
Recuso-me liminarmente a perder tempo com personagens que me tiram do sério só de vê-las com ares de santidade.
Teria prestado um grande serviço ao País, demitindo-se de deputado desta república, ou porventura emitido opiniões, aquando da passagem do seu partido pela governação deste país, uma vez que não concorda com o que foi contratualizado entre o seu partido e a “troika”.
Perdoem este pequeno parêntesis”

Nem de propósito, e, indo ao encontro dos meus mais repetidos pensamentos, que chegam por vezes a ser tortuosos, leio na revista Visão um artigo sobre a ascensão que poderemos considerar meteórica de um antigo membro do desgoverno de s………tes.
De seu nome Pedro Marques, antigo secretário de estado da Segurança Social, e, dizem agora, uma das eminências pardas do ps.
Sobre o seu percurso, precoce, 19 anos tesoureiro da Junta de Freguesia do Montijo, 20 anos terminou a licenciatura em Economia, aos 25 conclusão da tese de mestrado na mesma área, e, aos 28 secretário de Estado da Segurança Social de Portugal.
Diz então que o lugar de tesoureiro lhe abriu as portas da política, tendo-se inscrito na js…..”Não me digas?”
Segundo ele, os encontros com a Troika são, improdutivos, ….”eles não vêm negociar nada,…..já está tudo decidido…. “A sério? Olha, nunca me tinha apercebido de tal coisa”.
Mas ele não participou nas negociações do acordo com a Troika?
Não fazia parte do governo?
Vem isto a propósito da experiência profissional acumulada da maioria dos personagens políticos com responsabilidade na actualidade.
De todos os partidos, claro!
Imensa, sem dúvida.
Da cadeira da Universidade, à cadeira do poder, passando, claro pelas js, mas isso é só um pormenor.

p.s. há dias escrevi algo sobre os partidos, e, qual não é o meu espanto quando abro a revista Sábado e lendo do fim para o principio, como sempre faço, Pedro Santos Guerreiro, que tanto aprecio, escreve isto:
“os partidos são hoje fonte de atraso, imobilismo e corrupção………e não há meio de desarmadilhar essa teia. Nem com intervenção externa se muda a Administração local interna. Arre!!!”
Mais um aplauso, Pedro Santos Guerreiro.


Alexandre Pires

5 de dezembro de 2012

A voz dos clientes (3)


Mas alguém acredita que os partidos do dito "arco da governação", chegarão a acordos sobre a IMPERIOSA reforma do Estado Português?
E digo isto porque esquerda radical não conta, uma vez que está contra tudo e contra todos.
CGTP também é para esquecer, pois "só defendem" os trabalhadores, os outros não fazem parte das suas "preocupações".
Nunca, jamais, em tempo algum os partidos serão a solução para este designio premente e nacional.
Este deveria ser o mais importante tema da agenda politica nacional.
Tema demasiadamente adiado por todos os actores com responsabilidades, desde esse famigerado 25 de Abril.
Os partidos regem-se por uma única regra, chegar ao poder, custe o que custar.
Não importa a situação do País, importa sim, o partido.
Discutir um modelo de debate, o que é isso?
Não deveriam discutir o que está a mais, o que está a menos, o que fazer, como fazer?
E decidir!
Não foi para isso que foram eleitos?
Mais um faits divers, para gáudio da nossa sempre esforçada comunicação social.

Alexandre Pires

18 de outubro de 2012

A voz dos clientes (2)

Pavões=Hienas=Abutres

Depois de ler o comunicado de portas ao País, que pelo conteúdo não se entende a sua redacção  dou comigo a pensar em Pavões que se envaidecem quanto alguém lhes dá atenção, em Hienas que esperam pelo melhor momento para se apropriarem de peças que outros caçaram, em Abutres que circundam, circundam, circundam  até atacarem carcaças.

P.s. Como se pode observar os nomes dos seres estão em letra maíuscula ao contrário do político.

Alexandre Pires

12 de outubro de 2012

Um ano de Taberna Ventura


Comemora-se hoje um ano desta Taberna. Muita coisa foi escrita, o número de clientes tem aumentado - inclusivamente esta semana foi sem dúvida a semana com maior afluência de clientes, tantos que quase esgotaram as últimas reservas de vinho -, a contribuição tem aumentado e as referências também.
Para o próximo ano pede-se, a todos os que têm mostrado estima por esta casa, que contribuam o mais possível para a melhoria desta Taberna, até porque 2013 se avizinha como um ano de muitos acontecimentos dignos de "tabernices".
Aproveito para agradecer a todos os que têm seguido esta aventura ao longo destes primeiro 12 meses. E, após a grande vindima de Setembro, adivinha-se boa pinga para o ano.
Obrigado a todos!

9 de outubro de 2012

A voz dos clientes (1)

Soares, mais uma vez


Definitivamente não se cala, é um manancial de intelectualidade e de respeito pelos Portugueses.
Diz então, e passo a citar: "....resolveu pôr o ministro das finanças a dizer que os impostos vão aumentar imenso, que falta de sensibilidade e vergonha".
O calibre deste, não sei o que lhe chame.
Era muito melhor que nos dissessem que os impostos não vão aumentar, que já estamos em recuperação económica e que tudo isto é uma mentira inventada pelos detractores do governo.
Fico muito mais satisfeito quando nos mentem despudoradamente.
Como alguém fazia há não muito tempo.
Fico muito mais satisfeito quando me dizem que o défice é de 7% e passados 2 meses é de 9% (magia).
Quando me dizem que as PPP´s foram um excelente negócio para o País.
Quando me dizem que temos de investir em estradas, aeroporto, tgv, pois só assim recuperaremos.
Sim, sim, gosto muito mais de viver na mentira.
Sim, sim, façam como este diz, mintam, mintam, nunca nos contem a verdade, certamente que viveremos muito melhor.
É este o tal que se intitula o pai da democracia, seja lá isso o que for.

Alexandre Pires

A voz dos clientes

Inicia-se hoje, com periodicidade incerta e total liberdade de opinião, a rubrica: "Epá, isto está cheio de pessoal, vou ajudar-te a servir uns copos!" denominada, para ser mais simples por: "A voz dos clientes".
Quando os estimados clientes desta Taberna quiserem, o balcão estará sempre disponível, desde que a confiança seja suficiente, porque nem toda a gente pode mexer em dinheiro. Seja de que forma for, textos, fotos, vídeos, e tudo o que acharem por bem.
Agradeço antecipadamente a colaboração.
Enviem o material para: tabernaventura@gmail.com

12 de outubro de 2011

Estória da Taberna

Fundada no início do Século XVIII, por Albertino Ventura é ainda hoje uma das Tabernas mais emblemáticas do País. Negócio que passou de geração em geração, chegando nos dias de hoje às mãos de Arnaldo Ventura, antigo guarda-livros de empresas de renome, que devido à sua importante posição nunca vai atrás do balcão. Por essa razão viu-se obrigado a dar sociedade a um amigo ex-combatente do Ultramar, que devido ao stress de guerra não gosta de grandes conversas, nem sequer de pronunciar o próprio nome, preferindo ser tratado por Taberneiro. As sucessivas crises, recessões, cortes de rating, políticas anti tabágicas, subidas incompreensíveis dos preços das bebidas alcoólicas e demais trapaçadas políticas, ditaram o esvaziamento deste espaço. A internet foi a quimera que salvou esta Taberna, ao invés de copos de vinho serão comercializados comentários, tremoços e pevides darão lugar a bitaites e opiniões mais ou menos estruturadas, por fim, as médias (que este não era lugar para meninos) vão ser cambiadas por outras parvoíces literárias, seja lá o que isto for.
O Progresso chegou à Taberna Ventura!