Depois do envio de José Sócrates para um centro de novas oportunidades em Paris e na iminência de Santana Lopes privatizar o Totobola, os sócios desta Taberna sentiram-se obrigados a tomar as rédeas do país, tendo como base de comando este espaço!

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18 de setembro de 2013

E pronto...

"O Governo e a 'troika' têm de parar com os cortes na saúde, na educação, nas pensões e nas reformas dos portugueses. O Governo e a 'troika' têm de redefinir as metas orçamentais para o próximo ano. Pelo menos deve ficar em 5% a meta orçamental para 2014"

...o PS é isto.

O PS é um partido que não percebe a realidade em que vivemos.
O PS é um partido que não percebe os motivos que levaram à intervenção da Troika.
O PS é um partido que não percebe os problemas do país.
O PS é um partido de ficcionistas.
O PS é um partido de mentirosos.
O PS é um partido de atrasados mentais.

Mas ninguém diz nada.

22 de julho de 2013

Amena Cavaquice

Volta a afirmar o que disse há uns posts atrás.
Cavaco geriu toda esta crise política de forma demasiado inteligente para a capacidade intelectual da maioria dos portugueses. A que não escapam, naturalmente, são aliás os maiores prevaricadores, o rol de profissionais do "achismo" que diariamente poluem e pululam por jornais e televisões.
Compreendo que para muita gente seja complicado perceber as funções de um Presidente da República, mas também compreendo com clareza que os que agora criticam Cavaco por supostamente dar cobertura aos partidos que o apoiaram nas duas últimas eleições que ganhou, são exactamente os mesmos que rejubilaram quando o inefável Jorge Sampaio, à primeira oportunidade, tudo fez para colocar o PS no governo deste país, agindo com mero interesse partidário e extravasando claramente as funções para as quais tinha sido eleito, com os resultados que aos dias de hoje se conhecem, infelizmente, de sobremaneira.

Duas notas:

1) o PS provou mais uma vez ao país que não é uma alternativa a nada, vive comandado por múmias e não por convicções ou ideais, tem um líder que além de ser um palerma tem menos inteligência que o queijo  que comprei ontem no Ladoeiro (aliás, não duvido que entre comer desse queijo ou ter o Seguro como primeiro ministro, 80% dos portugueses prefeririam comer o queijo);

2) Portas e o CDS terão a benevolência de uma última oportunidade para decidirem se querem ou não ficar na história de Portugal. E isso devem-no à atitude de Cavaco e ao estado do país, porque noutras condições a irresponsabilidade de Portas teria sido fatal. De qualquer forma, não há escapatória possível, o CDS vai ter que participar nos cortes estruturais do estado.

P.s. sobre a nota 1): quase chorei a rir quando o Tó-zé afirmou ontem, na sua entrevista na sic notícias (para quem não sabe o significado prático de demagogia, aconselho vivamente a visualização), que parceiros europeus com quem fala ao telefone (uau!) lhe confidenciaram que a troika poderia aceitar um défice de 5% e não de 4% como estava inicialmente previsto. E que esta grande mudança para o país (genial não é?!?!) deve-se à atitude do PS neste processo. Não ouvia nada tão absurdo e estapafúrdio desde as declarações do Pinho há quase 4 anos a dizer que a crise tinha acabado. 
O meu rico queijinho! Até me vai custar comer a inteligência que o palerma do Seguro nunca terá...

20 de junho de 2013

Palermas há muito(s) (5)


Foto recebida por mail para esta rubrica.

26 de abril de 2013

Exclusivo: os bastidores do PS após o discurso de Cavaco

[reacção interior do Tó-zé logo após o discurso de Cavaco]

- Epá, mas que grande discurso do nosso Presidente. Continua em boa forma. Não sei se o posso reconhecer, claro, mas lá que foi um grande discurso, isso foi. Quando sair da AR nem vou falar aos jornalistas para não correr o risco de dizer o que penso e depois o partido cai-me todo em cima.

[durante o almoço com a canalha socialista, as reacções foram]

- Bem, vocês ouviram bem aquele discurso do Cavaco? Aquele badameco. Inqualificável. (Jorge Coelho)

- Não repararam no gajo a piscar o olho ao Passos Coelho? E a fazer aquele sorrisinho? (Paulo Campos)

- Eu por acaso até achei um discurso bastante realista e coerente. (Tó-zé)

- Tu o quê??? Mas tás mais parvo ou quê??? (Vitalino Canas)

- Oh Tó-zé, mas tu quando ias a sair da AG não podias ter dito logo que o discurso foi miserável, que só contribui para a divisão e que o Cavaco tomou partido pelo lado do Governo? (Zorrinho)

[entretanto liga o Soares]

- Posso falar com o Tó-zé?
(...)
Ouve lá, não percebeste nada daquela minha entrevista ao i em que eu falava do assassinato do D. Carlos?
Queres que te faça um desenho, ou quê?
A tua missão era só uma: arrancar em direcção ao Cavaco, como se lhe fosses dar um estalo na tromba!  Era só uma manobra de diversão. Criava-se logo uma confusão do caraças! No meio da confusão o Silva Pereira começava por assassinar o Passos e o Gaspar e seguir para os ministros que conseguisse!
Tu saias em grande, e ficava tudo pronto para o Sócrates regressar.
Porra, era assim tão difícil?

- Oh Dr. Mário, eu ia mesmo para arrancar, mas depois tive medo de tropeçar naqueles degraus da AG e depois o Sócrates ia gozar comigo no domingo na RTP.
Além disso estava assim numa espécie de hipnose a ouvir o professor Cavaco. É que ele estava a dizer coisas com as quais eu concordo, por exemplo...

- Mas tu endoideceste? Desde quando é que o Cavaco diz coisas acertadas? Ainda se ele demitisse o governo!

- Desculpe, se calhar distraí-me. Acha que me devo demitir?

- Por mim nunca chegado a líder do partido que eu fundei. És uma desgraça, uma vergonha. Mas neste momento ainda precisamos de um fantoche e nisso, verdade seja dita, não há melhor que tu!

- Agradeço o reconhecimento das minhas capacidades, por tão ilustre colega de partido.

- Agora vais mas é falar com o António Costa que ele já te diz o que tens de fazer.

[já com António Costa]

- Bem, lá vou eu ter que ligar ao meu irmão outra vez para ver se componho as coisas. Gaita Tó-zé, estou a ficar farto das tuas merdas... Sempre a tapar buracos...

- O que é queres António? Aqui ninguém me deixa dizer o que penso. Eu só queria dizer que o discurso do Cavaco foi muito bom e coerente, e que...

- Já chega! E vê lá se te calas que o telefone já está a chamar.
(...)
Estou, Ricardo? Olha, preciso que me faças mais um favor.
Não, desta vez não é para colocares mais uma daquelas sondagens do Oliveira e Costa, nem para fazeres nenhuma reportagem sobre a rotunda do Marquês, não. Desta vez precisava que o Expresso fizesse uma entrevista ao Tó-zé.

- Uma entrevista ao Tó-zé? Mas ele tem alguma coisa para dizer? Se é que me entendes...

- Sim, quer dizer, ele não. Mas temos que o por a dizer mal do discurso de hoje do Cavaco.

- Mano, sabes bem que o Expresso está numa fase complicada e que precisa de vender. E não me parece que uma entrevista desse acéfalo traga um aumento de vendas ao jornal.

- Tens razão. Queres que fale com o Balsemão para ele autorizar? Se for preciso também o pomos a criticar a privatização da RTP...

- Não é preciso, mas informem todos os militantes do PS para comprarem o Expresso no sábado.

- Ok. Fazemos como habitual. Eu compro uns milhares pela Câmara, outros milhares pelo PS e a coisa compõe-se.

- Certo mano. Olha, queres que mande já um jornalista?

- Não. Isso não. Ainda é cedo. Tenho que reunir com o Augusto Santos Silva, com o Soares e com o Galamba para articular o discurso do Tó-zé, senão este gajo ainda lixa isto tudo outra vez.

- Então olha, nem vou mandar um jornalista. Escrevam vocês tudo, as perguntas e as respostas e enviem-me que eu publico isso.

- É melhor assim. Obrigado.

[horas mais tarde]

8 de abril de 2013

Sobre as igualdades

Foi o princípio da igualdade (ou seja, a igualdade entre trabalhadores da função pública e do privado) que esteve na base do acórdão do Tribunal Constitucional.

1. Quer isto dizer que o governo tem agora um atestado para, finalmente, iniciar um processo de rescisões alargado na função pública. E foi o Tribunal Constitucional quem o mandatou.
Porque qualquer pessoa que trabalhe no privado pode ser despedido a qualquer momento, bastando para isso que a sua entidade patronal assim o decida. Logo, por uma questão de, vá ... igualdade, também os funcionário públicos vão ficar expostos a esta possibilidade. Sem querer, os juízes do TC abriram portas às tão esperadas alterações estruturais na despesa. E logo pelo lado da maior fatia.

2. O TC tem juízes nomeados por partidos políticos. Haverá coisa mais absurda que isto para um órgão que se quer (e afirma ser) imparcial e isento nas suas análises?

3. Tó-zero Seguro provou mais uma vez o quão intelectualmente miserável é e deixou claro aos milhares de portugueses que lhe dariam o voto, o quão atrasados mentais são.

4. A igualdade não deveria ser para aqueles que são iguais? Não se pode querer aplicar o princípio da igualdade a realidade desiguais e incomparáveis.

3 de abril de 2013

O circo chegou à aldeia socialista

A moção de censura do PS é hoje debatida na Assembleia.
Curioso é analisar a essência deste acto, senão vejamos:
- não tem nada de moção, porque na realidade não propõe nada; e
- não tem nada de censura, porque o próprio Tó-zé encarregou-se de escrever uma carta à troika a dizer que se comprometia a honrar todos os compromissos do memorando.
Portanto, mais é que um número de trapézio em que os intérpretes sabem que vão cair, mas que terão a rede de segurança a ampará-los. Facilmente se percebe que quem antecipa um número destes não vai sequer pagar bilhete para o ver.

Para o dia de amanhã (ou o outro, já que aquela gente do tribunal (in)constitucional decide à mesma velocidade com que o Gaspar discursa) o espectáculo pode muito bem ser outro, muito mais arriscado. Certamente com mais assistência, com leões desertos para sair da jaula e elefantes prontos a espezinhar tudo o que encontrarem pela frente.
Fiquemos pois a aguardar se, novamente, teremos os palhaços como principais protagonistas...

2 de abril de 2013

Ler as intenções

São muito ténues os sinais de melhoria do país, talvez até nem passem de uma sombra que fugazmente pode perder os seus contornos, bastando para isso a passagem de uma nuvem.
A materialização destes sinais deverá demorar mais alguns meses, provavelmente só próximo ano os começaremos a sentir de facto.
O que me leva a esta conclusão:

a) a análise de dados económicos, nomeadamente o Índice de Produção Industrial e o Índice de Vendas a Retalho (actualizados mensalmente pelo INE), que mostra algumas melhoria nos primeiros 2 meses do ano;

b) o interesse abrupto do PS em voltar ao governo, utilizando para isso todas as armas de que dispõe mesmo que insípidas, inócuas e gastas de tanta utilização. Há meses atrás Seguro referia que este governo deveria terminar a sua legislatura, nos últimos tempos (de forma errada, mas enfim) tem feito de tudo para que isso não aconteça.

25 de março de 2013

Seguro - O Palhaço Socialista

Mais uma vez o PS surpreende os portugueses. Invariavelmente, pelos piores motivos. Até porque, vindo de onde vem, algo de positivo não seria uma surpresa, mas sim uma descoberta ao nível da descoberta para a cura do cancro.
A personagem Seguro, manietado pelo gang socrático, proclama uma moção de censura ao governo. Sem saber porquê, sem explicar os motivos de tal moção, sem apresentação de alternativas, mas com muita pompa e circunstância (graças à cobertura exemplar dos, ridículos, media portugueses).
Dias depois, eis que envia uma carta à troika a dizer que o PS honrará todos os compromissos assumidos em nome do estado português.
Ora aqui está! Grande Seguro.
Por um lado apresenta uma moção a criticar a política imposta pela troika e seguida pelo governo em funções. Por outro, diz que se for líder do governo (até me dá náuseas pensar nesta possibilidade) vai cumprir com tudo.
Este Tó-zé além de marioneta, é um completo idiota, sem um pingo de inteligência.
Como é que alguém com algum bom senso e com alguma sabedoria, pode considerar o PS, e nomeadamente, este parolo do Tó-zé, como alternativa seja ao que for? Santa paciência!

4 de março de 2013

É assim que Portugal vai mudar


São estas as 5 propostas do PS para Portugal sair da crise. Mais um contributo brilhante do PS para país. Obrigado.
No ponto 1 chegam ao ponto de afirmar que defendem "disciplina e rigor orçamental". O que não deixa de ser...vá, curioso, para quem deixou ao país um défice na ordem dos 10% em 2010 (com um PIB muito maior que agora, portanto em termos nominais foi absolutamente monstruoso).
O ponto 2 tem de tudo. Uma medida que me parece boa: a redução do IVA da restauração (aliás, nunca deveria ter subido). Uma medida que teoricamente não é má mas que na prática corre o risco de ser mais um antro de interesses e de corrupção: o banco de fomento. Uma medida que é um disparate pegado e que provavelmente geraria mais desemprego ainda. E até uma medida que não é bem uma medida, é um slogan para a construção civil.
Depois vem o ponto das "Novas Oportunidades 2", que mais parece a saga dos programas da Teresa Guilherme na TVI que têm sempre sequelas.
O ponto 4 é caricato vindo de quem negociou o programa de ajustamento e agora aparece como se não tivesse nada a ver com isso, querendo renegociar tudo o que negociou.
O ponto 5 é o melhor. Tem o nome de: "Agenda para o crescimento e o emprego.". E na prática reconhece que o actual governo está no bom caminho e a pensar no crescimento e no emprego, porque estas 3 medidas já estão a ser desenvolvidas pelo governo há muito tempo.
Pena que este PS não passe da vacuidade habitual...
Quem gostou destas medidas foi a comunicação social que logo se apressou a dar eco sem sequer  as questionar.

15 de fevereiro de 2013

Até dá pena ouvir o coitado do Tó-zé a falar no parlamento

Não diz nada com sentido, não acerta uma.
Até aqui ainda tinha a seu favor o facto de pensar pela própria cabeça (ou pelo menos era outra cabeça a pensar) mesmo que o caminho fosse tortuoso e pródigo em disparates as tomadas de posição de certa forma até eram responsáveis, mas desde que, em Coimbra, aceitou o papel de marioneta manietada por Costa e pela "tralha socrática" (vénia a Marques Mendes) que se tornou numa autêntica miséria. Pobre país este que tem alguém assim como líder da oposição.
Que não se iludam: seria muito melhor para o governo ter uma oposição séria, realista, que contribuísse com ideias e apresentasse soluções sensatas e coadunes com a realidade do que ter este badameco.
Perde o governo, perde o país e perdem os tristes dos socialistas (embora estes sejam os que menos interessam no meio disto tudo).

1 de fevereiro de 2013

Em frente

Seguro devia marcar o congresso e as directas com a maior brevidade possível.
É a única hipótese de derrotar Costa, é a última vida política de Seguro.
Colocando-o na pele de um "assaltante de poder", que o é. Demonstrando o alto nível de oportunismo de Costa. Conotando-o à ala Socrática. Conotando-o a uma estratégia política para o país que falhou (e de que maneira o sentimos). Denunciando a faceta de "quem tudo quer tudo perde de Costa".
Pode inclusivamente provar aos socialistas e ao país que não é um banana, um idiota e terá inclusivamente muito a ganhar Portugal.
Seguro tem oportunidade de acabar com a carreira política de Antónia Costa.

23 de janeiro de 2013

Miserável

No dia em que todos tomámos conhecimento das duas melhores notícias (regresso aos mercados e alargamento da maturidade da dívida à Troika), em termos económicos, para Portugal nos últimos 2 anos, o idiota do Tó-zé conseguiu proferir, para não ficar atrás certamente, o maior disparate político dos últimos 2 anos em Portugal.

O miserabilismo desta personagem e, porque não, do partido que lidera é por demais confrangedora. Ouvir o que Seguro disse ontem foi triste. Mais que isso, foi uma confissão. Uma confissão da sua falta de inteligência, uma confissão do verdadeiro adn político do partido que colocou Portugal nesta situação de pressão e de empobrecimento e uma clara tentativa de tomada de propriedade das boas notícias.

Só numa imprensa como a nossa se poderia ter verificado isto:
- Ecos gritantes dos disparates de ontem, com direito a prime time;
- Branqueamento total no dia de hoje das declarações do coitado Tó-zé.
Se tiveram a capacidade de perceber e assumir a enormidade dos disparates do asno Tó-zé porque é que não os dissecaram hoje? Porque não o atacaram, acusando-o de falta de inteligência? Acusando-o, a ele e ao partido, de impreparação, de falta de sentido de estado? De erros de análise? De alheamento da realidade? De falta de memória? Porquê?

Porque não lhe(s) explicam que há um ano seria impossível negociar com a Troika?
Porque não lhe(s) explicam que há um ano as taxas de juro das obrigações portuguesas no mercado secundário e em maturidades de médio/longo prazo estavam próximas dos 20%?
Porque não lhe(s) explicam que, se Portugal está a ter abertura da Troika para renegociar algumas premissas do plano de resgate é porque nestes dois últimos anos demonstrou a toda a Europa que tem um governo capaz de tomar medidas, capaz de ser austero e capaz de cumprir com o que foi acordado?

Tristes aqueles que se revêem num partido liderado por esta ave rara da estupidez.
Tristes aqueles que se revêem num partido que ao ouvir boas notícias começa a esfregar as mãos para assaltar o poder e ficar com os louros do trabalho desenvolvido pelo actual governo.

A última interrogação que deixo a todos aqueles que cometeram em algum momento da sua vida o impropério de votar nesta gente socialista é esta:

Se o trabalho deste governo tem sido tão mau e o país vai tão mal porque é que o PS já está em êxtase para tomar de assalto o poder?

A todos aqueles que que ao ler esta última interrogação pensaram:
"Precisamente porque Portugal está tão mal é que o PS quer governar, para inverter este rumo."; ou
"Porque só o PS pode mudar Portugal.";
Aconselho uma consulta num psiquiatra porque estão já numa fase avançada de demência. Se juntarmos demência com ingenuidade teremos aquele que deve ser o maior pesadelo de um psiquiatra.

21 de janeiro de 2013

Burrice ou consequência?

Será que já tentaram explicar ao Tó-zé que, caso exista um cenário de eleições antecipadas, ele será o primeiro a cair e a ser substituído por António Costa?
Ou será que estes seus últimos actos estapafúrdios mais não são que os seus últimos espasmos? Numa tentativa infrutífera de se manter politicamente vivo?

17 de janeiro de 2013

(risos)


Mas será que este badameco do Seguro ainda não percebeu que no dia em que António Costa quiser será líder do partido? E para isso acontecer bastará que exista a possibilidade do PS ganhar eleições legislativas. Costa é mais sedento de poder do que o leão Scar.

Mas a melhor pérola de Seguro hoje na Sic Notícias é esta:


Triste aquele que se revê numa pessoa assim...

16 de novembro de 2012

E isso quer dizer o que?


Esta afirmação tão estapafúrdia só poderia vir de um idiota chapado.
Mas o que é que este atrasado mental não percebe?
Mas ainda há pessoas que se deixam levar (liderar) por um tipo desta categoria?

6 de novembro de 2012

Escândalo em França

França sobe IVA para descer TSU às empresas.

Será que o Tó-zé sabe disto?
E o Louça?
E o Arménio?

12 de outubro de 2012

O tó-zé escreveu isto ontem no Público

1.A forma como está a ser apresentado ao país o OE para 2013 é mais um exemplo daquilo que tenho qualificado como sinais de desorientação política e de incompetência na acção deste Governo e do primeiro-ministro.
Medidas precipitadas e retiradas sob pressão. Avanços e recuos em matérias fundamentais como a TSU e o IMI. Discursos divergentes entre membros do mesmo Governo. Um primeiro-ministro ausente. Um governo sem rumo. [Então mas o recuo na TSU não foi a maior vitória política de que o PS se gaba nos últimos 2 anos?]
Após um ano em que o país andou para trás e com os falhanços do Governo no objectivo do défice, na dinamização da economia e no combate ao desemprego, estes sinais de desorientação e de impreparação são preocupantes e são exactamente o contrário daquilo que o país precisa.
E o brutal aumento de impostos já anunciado contém uma factura de 2500 milhões de euros que os portugueses vão ter de pagar em resultado dos falhanços e da incompetência deste Governo. [Não Tó-zé, não é por falhanços deste Governo, é por causa da dívida! Sim, a dívida. Sim, a dívida que as gentes do seu partido deixaram para os portugueses pagar!]
De facto, este Governo falhou no diagnóstico da crise, e por isso falhou na estratégia. Este Governo falhou na receita e, por isso falhou nos resultados. O desemprego disparou, a recessão e a dívida agravaram-se e ficou-se muito aquém nos objectivos para o défice orçamental. [Tó-ze, a estratégia foi negociada pelo seu partido  - na altura quem não se lembra de ouvir Sócrates a dizer que tinha sido um acordo muito bom para o país? - e assinada pelos principais partidos de governo.]
Tenho dito e a realidade tem, infelizmente, confirmado os meus alertas, que a receita da austeridade “custe o que custar” só conduz a mais recessão, a menos economia, a mais sacrifícios e a mais desemprego. E o que se sabe do orçamento para 2013 mostra que o Governo vai insistir no erro e consequentemente no empobrecimento do país, no aumento do desemprego, e na fragilização da economia. Esta linha política não conduz só a mais recessão. Mina a confiança e aumenta a incerteza no dia-a-dia das pessoas. [Quando refere que esta estratégia mina a confiança, deve estar a referir-se ao facto das taxas de juro de mercado para emissão de dívida estarem nos níveis mais baixos dos últimos 3 anos, certo? É aí que se vê a confiança. E pelos vistos Portugal começa a voltar a ser visto como um país que merece...o quê??...confiança!]
Mas o mais grave é que o Governo transformou Portugal num país sem esperança. Não admira por isso que muitos portugueses perguntem: isto tem mesmo de ser assim? Não há alternativas?
Desde há mais de um ano que a minha resposta a estas perguntas é simples e directa: sim, há uma alternativa. Sim, há outro caminho! [Uau!]
Uma alternativa e um caminho que combinem com equilíbrio e com inteligência a necessidade de rigor nas contas públicas e a prioridade do crescimento económico com protecção do emprego. [Desculpe? Isso quer dizer o quê? Como é que se faz?]
2. Para vencer a crise e para restaurar a esperança, o país precisa de uma alternativa e de uma resposta política que integre o plano nacional e o plano europeu. [Pois, quem nos está a emprestar dinheiro é o Afeganistão! Já me esquecia...]
Este não é nem o momento nem o local para apresentar de forma exaustiva todos os detalhes da alternativa política que o Partido Socialista tem para o país. [Claro está, é só o local para fazer propaganda.] Mas quero destacar duas prioridades e algumas medidas extraordinárias que os sucessivos falhanços deste Governo tornaram absolutamente urgentes. [Mais medidas extraordinárias? Não acha que a malta está farta disso? Assim não vais lá Tó-zé...]
1.ª prioridade – Acompanhar e participar activamente no novo consenso europeu em torno do pacto de crescimento – ter voz na Europa. [Tipo a voz que o Hollande teve na negociação do pacto orçamental da UE? Que teve que meter o rabinho entre as pernas e perceber que quem empresta dinheiro é que manda? Ai Tó-zé, tó-zé que não tens mesmo a noção do tamanho de Portugal...]
2.ª prioridade — Relançar o crescimento económico (condição necessária à consolidação das contas públicas). [Cá está! Fácil não é?? Como é que ainda ninguém se lembrou disto? Que génio este Tó-zé!]
Uma alternativa política consistente tem de assumir estas duas prioridades que se constituem hoje como um autêntico desígnio nacional.
No plano europeu, há mais de um ano que defendo um papel mais activo do Banco Central Europeu de modo a reduzir os custos do financiamento do nosso país. Recordo que, este ano, vamos pagar cerca de 9000 milhões de euros pelo serviço da dívida. [Ora, deixa cá ver de onde é que vêm esses 9000 milhões de euros?? Ah!, já sei! Da dívida! Criada e contraída por quem? Em grande parte pelo PS, baseado exactamente na mesma ideologia que o Inseguro defende. Quer alterar o papel do BCE, está boa essa! Então agora o BCE é que devia financiar os Estados? O BCE financia a economia e os Estados financiam-se nos mercados! É assim que funciona! Não era o Tó-zé que falava no início do texto em impreparação?? Muito preparado parece este rapaz...]
Outra das propostas incide na necessidade do nosso país dispor de mais tempo para consolidar as contas públicas. Mais tempo significa menos austeridade e menos sacrifícios para as pessoas e para as empresas. A trajectória e a sua sustentabilidade são mais importantes que uma data concreta para alcançarmos o nosso objectivo. Queremos consolidar as nossas contas públicas com as pessoas e não contra as pessoas. [Quem foi que negociou o acordo, quem foi??? Avanços e recuos? É isso que está a falar?]
No plano nacional, das medidas de urgência que proponho no quadro da alternativa política que o PS tem para o país quero destacar as seguintes:
– Criação de uma linha de crédito a contratar com o Banco Europeu de Investimento, no valor de 5 mil milhões de euros, para apoiar as Pequenas e Médias Empresas com dificuldades de acesso ao crédito; [Ora aí está! Apresenta uma medida que nem sequer sabe se é possível realizar! O BEI deve estar desertinho para emprestar dinheiro a Portugal. Começa a demagogia barata!]
– Criação de fundo de recapitalização no valor de 3 mil milhões de euros para reforçar a capacidade de tesouraria das Pequenas e Médias Empresas, utilizando metade da verba disponível e não utilizada pelos bancos para a sua recapitalização; [E continua! O fundo de recapitalização dos bancos pode ser utilizado até ao final do memorando da Troika. Quem garante que não será necessário voltar a utilizar? E mais! Então esse fundo é criado com um objectivo e o Tó-zé à boa maneira socialista, pretende dar-lhe um rumo completamente diferente... Brilhante!]
– Colocar 3 mil milhões de euros do QREN, Quadro de Referência Estratégica Nacional – fundos comunitários –, que estão parados, ao dispor da economia portuguesa, por exemplo, utilizando-os em projectos de reabilitação urbana; [Ainda bem que teve o cuidado de explicar o que quer dizer QREN. Também podiam ser utilizados para melhorar as linhas ferroviárias, por exemplo! Nem sabe se são precisos esses fundo para reabilitação urbana, qual o propósito dessa reabilitação, vale a pena fazer a reabilitação. Mas isso não interessa. É preciso é dizer um disparate qualquer com um número grande. Esquecendo-se do essencial! Para que os fundos do QREN possam ser utilizados é necessária uma parte de contribuição nacional. Ora, se não temos dinheiro, nem nos estamos a financiar nos mercados livremente, como fazemos?]
– Reduzir os custos das empresas e das famílias com os combustíveis e com a energia, através da criação de postos de combustíveis de linha branca, mais baratos, e da abolição de uma das taxas do gás natural. Actualmente o gás natural é taxado à saída de Espanha e à entrada em Portugal – abolir uma das taxas faria com que o preço do gás fosse mais baixo; [Excelente ideia! Mas quem é que ia abrir os postos de combustíveis de linha branca? O estado?? Give me a break! Fucking communist!]
– Criação de um banco do fomento, de propriedade pública, à semelhança do que existe noutros países, focado no apoio ao investimento e beneficiando dos próximos fundos comunitários (2014-2020), em conjugação com recursos do BEI. [Ah! Ah! Aqui está a verdadeira razão deste artigo! Até se nota que foi acrescentado à posteriori (a pontuação é diferente da que vem de trás). Como ouviu dizer que o governo ia propor uma medida semelhante, quis fazer crer que foi da sua genial cabecinha que surgiu esta ideia! Triste figura oh Tó-zé...]
– Reposição do IVA reduzido na restauração; [Finalmente uma medida exequível!]
– Taxa sobre as parcerias público-privadas. [Sobre as PPP's criadas e blindadas pelo anterior governo PS? E quanto é que vale esse imposto? O gabinete já fez as contas? É que ainda em 17 de Setembro na RTP falava deste imposto mas não sabia quanto valia. Dizia, na altura, que tinha pessoas da sua confiança a fazer os cálculos! Ora, calculo que sejam pessoas muito preparadas, por isso já devia haver pelo menos um valor de referência que demonstre o interesse dessa taxa. Mais demagogia!]
Estas são algumas das medidas que o Partido Socialista [não era o Tó-zé em nome próprio que as propunha? Foi o que pareceu lá atrás...] considera que devem ser adoptadas para fazer face à situação de emergência económica e social em que este Governo colocou os portugueses. [Este governo??? Hahahahaha....]
Mas com realismo e com sentido de responsabilidade devo também dizer que a alternativa política que proponho não será nem um caminho de facilidades, nem de soluções rápidas para os problemas que o país enfrenta. O meu propósito é continuar a apresentar ao país uma alternativa credível e que dê esperança às pessoas. Essa alternativa está a ser aprofundada com a participação de centenas de militantes e independentes e radica na urgência da mudança de caminho e de prioridades. Para uma alternativa responsável. [Responsável é um termo engraçado para alguém que escreveu um texto destes e só apresentou uma medida exequível, apesar de não quantificada!]

P.s. Por estas e outras é que o Público está na situação que está... Dar cobertura directa a este tipo de modus operandi político é pouco mais de execrável...

18 de setembro de 2012

Para papalvos

A entrevista do Tó-zé ontem na RTP1 devia constar num dicionário multimédia como significado da palavra demagogia.
É realmente triste ter um líder do principal partido da oposição que decora um tipo de discurso, repetindo-o incessantemente, proferindo banalidades atrás de banalidades, exonerando-se das responsabilidades assumidas pelo partido que lidera e que foi o principal responsável pela situação que vivemos, bem como de todo um passado recente de políticas do mesmo partido, afundando-se num mar de incongruências e apresentando medidas irrealistas, supostos trunfos mediáticos não quantificados (o imposto sobre as PPP's é um exemplo que diz tudo sobre a seriedade deste badameco político) e ideias tão estapafúrdias que não me merecem qualquer comentário (aquela linha de 5 mil milhões que ia pedir ao BEI).

27 de agosto de 2012

A verborreia continua

Uma coisa é não concordar com um modelo. Como já referi aqui, não concordo em nada com a proposta de concessão da RTP nos moldes em que está a ser aventada.
Outra coisa bem diferente é ter um problema de verborreia mental como tem o coitado do Tó-zé. Este é só mais um exemplo da forma como os socialistas vêm a política e a democracia.

11 de julho de 2012

Directo da AR (3)

Tó-zé continua a discorrer nos mais diversos temas. Acaba de referir que o PS se vai opor às privatizações da RTP e das Águas de Portugal. O que é perfeitamente normal vindo do partido que teve que chamar a Troika, do partido que negociou o pacote de ajuda e no qual se comprometeu a privatizar a RTP.