É o que sinto do povinho português.
O povinho das manifestações.
O povinho a que a esquerda apela.
O povinho que não consegue perceber nada do que se passa no mundo.
O povinho que elegeu duas vezes Sócrates.
Pena.
Não consigo sentir mais nada por essa gente.
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16 de outubro de 2012
15 de outubro de 2012
Disparates
Se neste país o disparate pagasse impostos, já estávamos livres da Troika e das gigantescas dívidas que o governo Sócrates deixou para as próximas gerações.
Agora foi a vez de Sampaio, esse baluarte da democracia. Esquece-se é que foi ele quem estendeu a passadeira a Sócrates, esqueceu-se que foi o dinheiro da Troika que evitou uma catástrofe social em 2011 e está a esquecer-se que está a ser este Governo (com erros, obviamente) a tentar equilibrar as coisas - algo que já não é pouco tendo em conta o históricos dos últimos governos.
isto tem a ver com
Actualidade,
Socialistas cara de pau,
Sociedade fraquinha
12 de outubro de 2012
Mais um exemplo de socialismo
Que é o mesmo que dizer: mais um exemplo de pura e desmesurada demagogia.
A propósito da troca dos carros do grupo parlamentar, não me choca que, após término do contrato vigente de locação, tenham negociado outro contrato idêntico.
O que me choca são declarações como a de Francisco Assis que são a essência do que são os socialistas. Um bando de mentirosos, falsos preocupados e que tudo o que dizem é para enganar o povinho. Nada do que apregoam se aplica a eles. Aí alto! Sacrifícios sim, mas para os papalvos do povinho, não para nós! Então agora íamos andar de Clio? Andem vocês [povinho] que são uns seres inferiores e que têm que fazer sacrifícios. Nós não! Nós somos a vossa salvação e por isso temos que andar em Audis A5!
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xuxas
4 de outubro de 2012
Ainda a TSU
"O que é que tudo isto [medidas ontem apresentadas] significa? Que o populismo das últimas semanas vai servir para colocar mais portugueses no desemprego. É nisto que dão os consensos forçados por um Presidente de cabeça perdida, uma ex-líder com contas para ajustar, um Tribunal Constitucional que dá conselhos sobre governação e um líder da oposição entalado no seu partido. Fora um ex-primeiro ministro e ex-Presidente que perdeu a memória. Temos o que merecemos!"
Camilo Lourenço, hoje no Negócios.
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FDP do Soares,
Socialistas cara de pau,
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xuxas
Triste Visão

Em tempos uma edição de referência onde se apresentavam matérias interessantes e baseada em bom jornalismo. Hoje encontra-se moribunda, desprovida de sentido e acima de tudo assume a falta de rigor informativo como a sua principal característica. Assim vai a Visão. Curiosamente do mesmo grupo que o Expresso, onde se passa praticamente o mesmo.
O artigo da edição de hoje assinado por uma tal de Alexandra Correia intitulado "Os caminhos alternativos da austeridade" chega a ser cómico tal a desfaçatez e a pulhice nela embutida.
Querer abordar e discutir temas sem perceber a semântica dos termos é de uma tristeza atroz, demonstra total incompetência e impreparação para as funções que desempenha.
Chega-se ao ridículo de destacar que uma das medidas tomadas em França como "caminho alternativo da austeridade" foi deixar de servir Champanhe e passar a servir Sidra nalgumas recepções no Palácio do Eliseu. Vejam bem o ridículo disto. Imaginem que em Portugal o governo anunciava que nas recepções oficiais se passaria a servir água-pé em vez de vinho. Não percebo como é que nenhum governo se lembrou disto para combater a austeridade. Fucking ridiculous.
A capa é ainda mais absurda. Tentar comparar o incomparável, pretende confundir, causar sensação, mas qualquer pessoas minimamente informada percebe a canalhice que lhe estão a querer impingir e pela qual pedem 3 preciosos euros.
Talvez assim se explique que a Sábado tenha tomado a liderança nas vendas neste tipo de publicações.
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jornalistazecos,
Sociedade fraquinha
3 de outubro de 2012
Mais uma herança Socrática
Teixeira dos Santos (a par de Sousa Franco) foram provavelmente os piores ministros das finanças da história de Portugal, tal como Sócrates foi com certeza o pior Primeiro Ministro de sempre. No entanto, é incrível como ainda há portugueses que acreditam e defendem esta gente.
Deixo aqui um apanhado de algumas declarações de Teixeira dos Santos sobre o BPN.
P.s. Se calhar assim já se começa a perceber que o negócio com o BIC até acabou por não ser mau. Pelo menos tapou-se a entrada do buraco.
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xuxas
2 de outubro de 2012
Sociedade fraquinha
Vivemos numa sociedade que, analisada como um todo, é muito fraquinha. A esta realidade não será alheio o facto de ser uma sociedade eminentemente de esquerda.
Basta reflectir sobre alguns dos últimos temas da actualidade e a forma como foram debatidos
- TSU;
- declarações do Borges;
- declarações do Tó-zé;
- manifestações;
- moções de censura;
- chumbos anunciados a um orçamento que ainda nem sequer começou a ser discutido;
- irresponsabilidade política dos partidos;
- PPP's;
- dívida e défice;
- problemas reais da economia;
- falta de coragem do governo para assumir de uma vez por todas as medidas que são necessárias sem recuos e sem cedência a chantagens irresponsáveis;
- problemas reais da economia;
- falta de coragem do governo para assumir de uma vez por todas as medidas que são necessárias sem recuos e sem cedência a chantagens irresponsáveis;
para perceber que os media são uns completos incompetentes no seu trabalho, o povinho é composto na sua maioria por ignorantes, de memória curta e cuja única preocupação é o próprio umbigo, e por fim, que a demagogia da esquerda é o elixir que melhor sacia uma sociedade ávida de ouvir o que lhe convém, mesmo que isso seja a mais pura das mentiras, seja irreal e quase sempre seja uma alarvidade económico-financeira (como o demonstram as nossas contas públicas).
Não ponho em causa a democracia e as suas características, mas custa-me viver numa sociedade em que a maioria das pessoas não é minimamente formada e informada nas questões políticas e ideológicas.
Felizmente tenho a sorte de lidar quase sempre com pessoas cuja formação e informação é bem acima da média geral e é isso que ainda me vai alentando e fazendo acreditar que um dia vamos mudar.
P.s. deixo o link para um artigo excelente de jaa no Delito de Opinião.
P.s. deixo o link para um artigo excelente de jaa no Delito de Opinião.
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Actualidade,
Socialistas cara de pau,
Sociedade fraquinha
21 de setembro de 2012
Conselho de Estado - Importante
A esta hora já se venderam mais pasteis de belém (ou de nata) e imperiais que nas últimas duas semanas. A julgar pelos milhares de manifestantes...
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Sociedade fraquinha
18 de setembro de 2012
Educação
Recebi hoje um mail com este conteúdo:
Escrito pelo David Almeida (actor) no facebook:
"45 mil candidatos ao ensino superior e 85 mil à Casa dos Segredos. Acho normal, porque tem mais saídas profissionais, podes ser actor, apresentador de tv, relações públicas de discotecas, namorada de um jogador de futebol, trabalhar no varão ou em bares com sofás e champanhe, ser acompanhante de luxo. Enquanto um curso superior garante-te desemprego."
Gosto sempre destas miseráveis opiniões vindas de pessoas que não conseguem perceber que um curso superior é muito mais do que um simples carimbo no passaporte para o emprego.
Mas talvez seja por isso que a maior parte dessas opiniões sejam proferidas por quem não tirou um curso superior e não percebe nada do que se passa no mundo.
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Actualidade,
Sociedade fraquinha
Partidos, literalmente
Numa fase em que todos os partidos políticos deveriam assumir seriamente as suas responsabilidades temos o líder da oposição a dizer que, por um lado, o Governo deve cumprir a legislatura, e por outro, que vai apresentar uma moção de censura. Temos o líder do mais pequeno partido da coligação governamental a dar uma de "falso-sonço" a falar em patriotismos de forma bacoca e até irresponsável. Temos o principal partido do Governo fracturado ideologicamente com o caminho a seguir, voltando à realidade o ninho de ratos que o PSD é desde há muitos anos. E temos os outros dois parolos que continuam a alimentar o seu próprio espectáculo degradante sem a mínima noção da realidade global.
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Actualidade,
Sociedade fraquinha
Para papalvos
A entrevista do Tó-zé ontem na RTP1 devia constar num dicionário multimédia como significado da palavra demagogia.
É realmente triste ter um líder do principal partido da oposição que decora um tipo de discurso, repetindo-o incessantemente, proferindo banalidades atrás de banalidades, exonerando-se das responsabilidades assumidas pelo partido que lidera e que foi o principal responsável pela situação que vivemos, bem como de todo um passado recente de políticas do mesmo partido, afundando-se num mar de incongruências e apresentando medidas irrealistas, supostos trunfos mediáticos não quantificados (o imposto sobre as PPP's é um exemplo que diz tudo sobre a seriedade deste badameco político) e ideias tão estapafúrdias que não me merecem qualquer comentário (aquela linha de 5 mil milhões que ia pedir ao BEI).
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Tó-zé Seguro
1 de junho de 2012
Campos de nojo
nojo |ô|
s. m.
1. Repulsão do estômago; repugnância; náusea.
2. [Figurado] [Figurado] Tédio, aborrecimento.
3. Luto.
Nojo. É o que me apraz dizer sobre um dos maiores ladrões que Portugal viu. E que, a exemplo de outros da sua estirpe, se passeia alegre e livremente por este país de brandos costumes à beira-mar plantado, em que se pode tranquilamente lesar várias gerações de um país com 10 milhões de habitantes sem se ser sequer julgado.
É quase pleonástico dizer que é socialista e que pertenceu ao governo Sócrates...
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Justiça a funcionar,
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Sociedade fraquinha
13 de março de 2012
Alguém me explica
No dia 5 de Março foi apresentado o refresh do jornal Público. No editorial dessa edição podia ler-se uma reflexão, em jeito de reacendimento de discussão, sobre o paradigma actual da imprensa generalista em papel, qual a importância do papel na sociedade da internet móvel e instantânea, enfim, qual o futuro da imprensa impressa e, não menos importante, qual o posicionamento editorial que deve ter o Público junto do seu público. Uma reflexão interessante e terá sido a base da nova linha editorial do diário.
Este primeiro parágrafo nada tem a ver com o que pensei inicialmente escrever ou com o título do post. Se acharem que tem alguma ligação com o que vem a seguir, tanto melhor, senão, ficamos assim.
O que eu queria mesmo perguntar neste post é:
Alguém me explica como é que há jornais, televisões e pessoas que reservam espaço e perdem tempo com este gajo? (não, não vou pôr uma foto, porque de gajos com voz de bagaço e cara de borracheira está esta taberna cheia - quando tem clientes)
Um tipo que faz da maldicência e do desconhecimento o seu ADN, um tipo que se rege por princípios éticos no mínimo questionáveis, um tipo cujas opiniões se projectam de um extremo para o outro com a mesma facilidade com que um pêndulo de relógio marca os segundos, enfim, mais um retrato da nossa sociedade.
Dizer que nunca consigo instantaneamente associá-lo à sua mãe, como filho que é, é provavelmente a maior crítica que se pode fazer a alguém que certamente se iniciou nestas lides, precisamente por ser filho de quem é, e a alguém cujo maior legado e reconhecimento seria a possibilidade de ser eternamente associado à sua mãe.
Este primeiro parágrafo nada tem a ver com o que pensei inicialmente escrever ou com o título do post. Se acharem que tem alguma ligação com o que vem a seguir, tanto melhor, senão, ficamos assim.
O que eu queria mesmo perguntar neste post é:
Alguém me explica como é que há jornais, televisões e pessoas que reservam espaço e perdem tempo com este gajo? (não, não vou pôr uma foto, porque de gajos com voz de bagaço e cara de borracheira está esta taberna cheia - quando tem clientes)
Um tipo que faz da maldicência e do desconhecimento o seu ADN, um tipo que se rege por princípios éticos no mínimo questionáveis, um tipo cujas opiniões se projectam de um extremo para o outro com a mesma facilidade com que um pêndulo de relógio marca os segundos, enfim, mais um retrato da nossa sociedade.
Dizer que nunca consigo instantaneamente associá-lo à sua mãe, como filho que é, é provavelmente a maior crítica que se pode fazer a alguém que certamente se iniciou nestas lides, precisamente por ser filho de quem é, e a alguém cujo maior legado e reconhecimento seria a possibilidade de ser eternamente associado à sua mãe.
isto tem a ver com
Miguel Sousa Tavares,
Sociedade fraquinha
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