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31 de agosto de 2012
30 de agosto de 2012
Laura Robson
O jogo de ontem entre Laura Robson e Kim Clijsters representou a despedida dos courts da tenista belga. Foi um jogo brilhante e acredito que Kim, não tendo a possibilidade de ganhar na sua despedida, não poderia ter melhor forma de terminar a brilhante carreira do que perder com uma jovem tenista que vai ser brilhante a curto prazo.
Tenho a estranha mania de seguir sempre um desportista em todos os desportos que gosto de acompanhar. A partir de ontem no ténis feminino vou seguir Laura Robson. Que por acaso ganhou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos juntamente com Andy Murray. O que sigo no masculino.
28 de agosto de 2012
Torre de Babel
Idealizada por Marta Minujin e construída com livros de todo o mundo.
Maio 2011, Buenos Aires
isto tem a ver com
Coisas minhas,
Jorge Luis Borges,
Mi Buenos Aires Querido,
Torre de Babel
27 de agosto de 2012
Português tantas vezes usado por aí...
- Então, ontem jogas-te?
- Sim joguei. Mas era-mos muitos.
- Isso que dizer que não ganhas-te?
- Por acaso consegui ganhar. Mas não fiquei em primeiro. Se fosse-mos menos era mais fácil.
- O importante é que continuas-te a ganhar.
- Tens razão. Já à meses que não conseguia fazer uma série tão boa.
- Trabalhas-te muito para isso acontecer.
- A quem o dizes. Eu sei como isto é importante para nós. Foi um enorme esforço, mas sempre soube que quanto mais treina-se e joga-se mais consistente ficaria o meu jogo.
- Bem o mereces-te. Trabalhas-te muito.
- Agora vou ali há oficina buscar o carro.
- Vai lá então.
- Quando estiver a chegar dou-te um toque para saíres de casa e ir-mos almoçar.
- Chegas-te a reservar a mesa?
- Sim reservei. Não queria que deixasse-mos de comemorar esta data tão importante.
- Vai ser bom.
- Afinal estamos casados à 5 anos.
- É verdade. Consegui-mos sempre ultrapassar todas as dificuldades juntos.
- E vamos continuar a conseguir.
- Não duvido.
- Até já.
[é pena que este tipo de erros seja tão frequente]
24 de agosto de 2012
2 de agosto de 2012
Se não querem ter problemas com cartões de crédito
Isto é muito simples:
- Por este (acima) tipo de cartões de crédito não se pagam anuidades e é só facilitismos.
- Por este paga-se uma anuidade e as facilidades não são as mesmas.
O pior é quando há algum problema. Num dos casos demoraram 3 semanas a resolver o problema, no outro já lá vão 9 meses e ainda não há resolução.
Não deve ser difícil perceber qual a melhor opção...
isto tem a ver com
Barclaycard em Portugal,
Clonagem de cartões,
Coisas minhas,
Fuck Barclaycard
31 de julho de 2012
4 de junho de 2012
Home
Passei o fim de semana todo em casa. Deu para ver 11 episódios do Homeland. Fica-me a faltar o último desta primeira série. Não tenho seguido muitas séries é um facto, mas há muito tempo que não via uma série tão boa. A construção das personagens é excelente, o enredo é muito bom, a trama está muito bem escrita e a capacidade de motivar o espectador está no auge.
28 de maio de 2012
14 de maio de 2012
Coitados
Temos uma comunicação social de merda. (politizada à esquerda e com mestrado em manipulação de informação)
Temos uma classe política de esquerda de merda. (a de direita pode não ser melhor, mas pelo menos não é tão hipócrita e demagoga, e consegue ser muito mais inteligente nos argumentos)
Temos um povinho de merda. (refiro-me à generalidade dos papalvos que não têm capacidade de pensar pela sua cabeça e que são o principal target da nossa manipuladora comunicação social)
Ups, se calhar não devia ter dito a palavra merda.
É que em Portugal não se podem dizer verdades, nem se pode dizer o óbvio. Não gostamos de ouvir as verdades nem de ser confrontados com a realidade, preferimos ser iludidos por mentiras e falsas promessas (mesmo quando se lhes reconhece a impossibilidade de aplicação sustentável) e enquanto essa merda de mentalidade não mudar, não vamos a lado nenhum. Na realidade a maioria das pessoas está-se a borrifar para o futuro (mesmo o seu) e para os outros (mesmo os seus) e por isso preferem um modo de vida a la socialista que se consubstancia mais ou menos nisto:
Gastar, gastar e gastar, de preferência tudo o que se tem, e depois pedir, pedir, pedir emprestado para gastar ainda mais, porque só a gastar é que se sentem bem. Se a coisa correr mal abandona-se o barco e emigra-se para França e quem vier atrás que feche a porta. É assim que a generalidade das pessoas gostam de viver em Portugal. Agora essa coisa, de pensar a sério num investimento antes de o fazer, de pensar em poupar, da consciência de ter que fazer sacrifícios, de ter que permanentemente fazer escolhas do que se pode ter e consequentemente abdicar do que não se pode ter, essas coisas não interessam. Isso são coisas da direita (esses fascistas), esses insensíveis que não percebem a legitimidade de toda a gente poder ter tudo.
A frase da discórdia do fim de semana (daquelas que quando chegam à comunicação social são sistematicamente descontextualizadas e manipuladas e daquelas que não gostamos de ouvir) foi esta:
“Estar desempregado não pode ser, para muita gente, como é ainda hoje em Portugal, um sinal negativo. Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma, tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida, tem de representar uma livre escolha também, uma mobilidade da própria sociedade.”
A todos os que interpretaram esta citação como um ataque aos desempregados e como uma forma de despreocupação com o desemprego, sem dúvida um dos maiores flagelos da nossa sociedade, só me resta declarar o meu sentimento de pena...coitados...e são muitos.
isto tem a ver com
Actualidade,
Coisas minhas,
Passos Coelho
10 de maio de 2012
9 de maio de 2012
Finalmente, Borges...
Não tenho nenhuma explicação racional, mas a verdade é que há pelo menos 7 ou 8 anos que andava para ler Jorge Luis Borges, e precisamente há 7 ou 8 anos que adiava esta vontade, por motivos que nem sequer consigo pensar, quanto mais elencar. Não havia muitas edições em Portugal é um facto, mas não terá sido com certeza esse o motivo que me levou a não ler Borges. Recentemente a Quetzal lançou duas obras de Borges. Apesar de estarem traduzidas segundo as regras do novo acordo ortográfico (vou ter que comprar a versão em espanhol), comprei "O Livro da Areia" e comecei a lê-lo. É um livro de contos, contos que são contos, contos extremamente bem escritos, contos que se misturam com sonhos e sonhos que se misturam connosco. Do "Finalmente, Borges...", provavelmente passarei para o "Eternamente, Borges...".
isto tem a ver com
Coisas minhas,
Jorge Luis Borges,
livros,
Quetzal
8 de maio de 2012
Coincidências
Hoje de manhã enquanto fazia a habitual viajem de autocarro, acompanhado, claro está do livro que estou a ler actualmente (Storytelling), aconteceu uma coincidência interessante. Bem, as coincidências são quase sempre interessantes...
Este livro é uma reunião de fábulas, contos e pequenas histórias, umas reais outras nem tanto, muitas delas com carácter mitológico. O objectivo é passar para o leitor que todos estes textos têm uma interpretação que vai muito mais além que o próprio texto e que devidamente contextualizadas podem ter um impacto interessante na gestão das organizações, na gestão pessoal, na oratória e em muitos outros aspectos da vida.
A coincidência surgiu quando uma das histórias do livro, intitulada de "O Barómetro", surgiu. Não vou contar a história (real) de Niels Bohr, mas lembro-me perfeitamente de quando a ouvi pela primeira vez. Foi-me contada por um amigalhaço (nessa altura ainda esta amizade dava os primeiros passos) há uns bons anos (para aí uns 8 ou 9) ao balcão do Estaminé enquanto bebíamos umas imperiais (sim, nessa altura havia imperiais no Estaminé) num dia de semana...deviam ser entre 2 e 6 da manhã (que foi a hora que saímos de lá nesse dia) e as imperiais (neste caso os copos vazios) acumulavam-se desde cedo... Ainda há pouco tempo falámos precisamente deste episódio e por incrível que pareça ainda me lembrava bem da história. Coincidências...
30 de abril de 2012
Thanks Herbie
Comemora-se hoje pela primeira vez o dia Internacional do Jazz. Uma proposta feita por Herbie Hancock que a Unesco aceitou, reconhecendo a importância e influência do jazz para a educação e para a "transformação social".
Muita sorte teve o jazz pela opção de comemorar o seu 1º dia internacional exactamente no mesmo dia em que eu comemoro o meu 1º aniversário de casamento.
26 de abril de 2012
Resultado da 1ª ida à Feira do Livro de Lisboa
Tinha aqui uma foto espectacular para acompanhar, mas este browser do meu computador não me permite fazer o upload da foto porque não é suficientemente avançado para suportar as novas definições do blogger. É uma chatice, mas não é impeditivo.
Mas o que é importante referir é que ontem fui à Feira do Livro, apanhei uma molha daquelas, mas encontrei alguns livros que procurava e comprei mais um ou dois que estavam na mira há algum tempo. E a companhia era boa...
Foram 9 livros...
Actualização, aqui está a foto:
http://olharesemomentos.blogs.sapo.pt/86390.html
Foram 9 livros...
Actualização, aqui está a foto:
http://olharesemomentos.blogs.sapo.pt/86390.html
18 de abril de 2012
Desinfectações
"Seria longo detalhar as razões da minha antipatia por Mário Soares como figura política."
Frase com que começa o post de hoje de J. Rentes de Carvalho, que podem ler na íntegra aqui.
Recomendo que leiam até ao fim.
16 de abril de 2012
A incoerência da verdade
Quando numa história tudo encaixa perfeitamente, o mais provável é que existam por ali mentiras a tapar os pedaços do incompreensível. A imperfeição funciona como a marca da autenticidade, quando admite o espaço que a humildade deve reservar ao que nos ultrapassa. >>Daqui
9 de abril de 2012
Ministério amigo
Parece que o Domingo de Páscoa, pelo menos a julgar pelo calendário escolar, é um dia de benesse para os professores e auxiliares de educação deste país se poderem embebedar à vontade com vinho do porto! Eu também gostava (ainda comecei) mas tive que parar porque para mim a semana de trabalho começa à segunda-feira...
Highlights da Páscoa
O Patrício já é um dos 5 melhores keepers do mundo.
Um papagaio com o nome de João Ribeiro esteve a falar em horário nobre no sábado sobre sabe-se lá o quê. Tão leviano e inconsequente que só não estranho o momento de fama proporcionado, porque este se passou em Portugal e com a complacência da comunicação social portuguesa, ávida de quezílias estéreis, infundadas e sem a mínima preocupação de analisar uma coisa que há muito deixou de existir neste meio, os factos, sem interpretações e subjectividades, só os factos.
Um tipo qualquer do BE, provavelmente mais um dos que têm um atraso mental não diagnosticado mas evidente, veio berrar qualquer coisa sobre a "democracia". Que para eles se consubstancia em ter eleições tantas vezes quantas as necessárias para um país desacreditar em tudo e em todos e eles, trotskistas, pegarem nisto e constituírem a sua quinta.
Marcelo saiu por cima de Tó-zé Seguro, mas também que mais se havia de esperar? Não gosto muito do Marcelo, mas reconheço-lhe inteligência. E isso é mais que suficiente para lidar com um Tó-tó-zé que faz do delírio a sua fonte de inspiração e da demagogia a sua forma de comunicação.
De resto, muita música e boa companhia em casa que é o que se quer para evitar ouvir estes chorrilhos de disparates diários.
isto tem a ver com
Actualidade,
Coisas minhas,
Tó-zé Seguro
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